O Poder da Magia – E-Book

Que horas são?

É HORA DO JABÁ, PORRA!!!

Queria aproveitar este espaço para divulgar aos amigos o meu primeiro e-book! A Fantasia Contemporânea de: O Poder da Magia!

Nesta história, conhecemos um mundo moderno com nuances de fantasia medieval. Um lugar onde elfos, magos e gnomos convivem juntos numa época de modernidade. Nele, conhecemos a protagonista: Amy Allen.

Ela é uma jovem estudante de magia. Porém, nos últimos tempos, ela não tem apreciado este caminho, acreditando que não tem talento para a magia e que o esforço e os anos de empenho necessários para conjurar feitiços num mundo tomado pela modernidade não valem tanto a pena.

Será que o avô de Amy, que é considerado o mago mais poderoso do mundo, vai fazê-la mudar de ideia sobre o Poder da Magia? Tcham-tcham-tcham-tchaaaaaam!

Vocês podem adquirir esta belezinha, por menos de dez reais, no site da Amazon. E NÃO precisa ter um kindle para ler! Podem baixar o leitor gratuito no seu PC, MAC, tablet, celular e Linux!

Confira a obra AQUI e descubra qual é o verdadeiro Poder da Magia!

(ah, e por falar nisto: a capa é minha. Ééééé… se tiver uma segunda edição prometo colocar na mão de um profissional!)

Juarez Ricci – Estilão Bonitão

Apesar do nome meio espanholado, Juarez é brazuca! E um excelente ilustrador!

O traço dele é meio cartoon, meio realista. Quase no estilo das caricaturas (que ele também faz!). Seu desenho é bem soltão e as cores que ele manda são muito fodas! Apesar de serem feitas no esquema Ctrl +Z, elas imitam o estilo orgânico do pincel tradicional!

Vocês podem conferir algumas pranchas do cara logo abaixo:

Monique Novaes – There’s a light that never goes out

Querida amiga Monique…

A arte é como uma luz que ilumina a raça humana – a única coisa que, efetivamente, nos diferencia dos outros animais (até agora…). Mas sei o quanto, às vezes, manter esta luz acesa é desafiador.

Todos nós temos nossos contratempos – dos quais eu sempre vou acreditar que são apenas testes para nos tornarem mais fortes e mais atentos ao que nós mesmos estamos trazendo para nossas vidas. Alguns golpes que a vida lhe deu foram mais duros que outros, principalmente na área da sua profissão de sonho: a ilustração e os quadrinhos. Você teve muitas dificuldades e frustrações como desenhista, algumas das quais eu testemunhei anos atrás. E embora os compromissos da vida tenham nos distanciado, ainda sinto-me muito conectada à sua bela arte.

Ninguém deixa de ser artista só porque não trabalha mais nesta área. Portanto, embora o túnel possa ser longo e escuro, mantenha sempre esta luzinha acesa do seu desenho consigo! Ela sempre vai iluminar alguém!

Eis aqui a publicação de algumas ilustras lindas que você fez.

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COLLAB: 25 anos de Sonic, The Hedgehog!

Bem vindos! Estamos aqui começando mais um collab no DESENHA, PORRA!!!

Este ano comemoramos o aniversário de 25 anos de um dos personagens mais icônicos dos videogames: Sonic, o Porco-espinho! O responsável por fazer o inesquecível console Megadrive se tornar o mais popular no início dos anos noventa!

Fizemos uma reunião com vários artistas brazucas, todos fãs do azulão, para prestarem suas homenagens e contarem um pouco da história do personagem junto com seus principais jogos! Vamos lá!

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Sonic, the Hedgehog (1991)por Israel de Oliveira

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No dia 23 de junho de 1991 foi lançado o primeiro jogo do ouriço! Aquele que marcou uma era e, durante uns poucos anos, colocou a Sega no pódio de maior produtora de games do mundo!

Criado pelo programador Yuji Naka, Sonic foi um personagem encomendado pela Sega para ser o novo garoto propaganda da produtora (anteriormente este cargo ficava com o personagem Alex Kid). O porco-espinho super veloz foi desenvolvido para ser um personagem “descolado” e heroico, sempre enfrentando as maldades do maligno Doutor Robotnik (ou Eggman, no original) que capturava bichinhos fofinhos na floresta para transformá-los em temíveis robôs.

O jogo de plataforma 2D e visão lateral consagrou aquilo que muitos consideram, até hoje, como a melhor receita para games do porco-espinho. A velocidade, o visual e a poderosa plataforma 16 bits do Mega Drive em 1991 tornaram este um dos melhores jogos de todos os tempos!

 

Sonic 2 – por Raphael Hart

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O sucesso do primeiro jogo foi tão grande que era óbvio que ele teria uma continuação!

Lançado em 24 de novembro de 1992, foi o jogo que trouxe o inseparável companheiro do Sonic: MilesTails” Prower, a raposinha voadora! E também Metal Sonic, nêmesis metálico do ouriço. Ah, sim! Este também era o jogo que permitia que Sonic virasse Super Sonic!

Entre as várias inovações, como cenários ainda mais belos do que seu antecessor, fases com dois estágios e um incrível estágio especial que simulava uma corrida 3d que ficou marcante para todos os fãs do ouriço. E mais! O jogo permitia que dois jogadores jogassem ao mesmo tempo! Um controlando Tails e outro Sonic – no modo de um jogador Tails se movia sozinho e tinha uma inteligência artificial que auxiliava o ouriço. Sem falar, é claro, no modo versus onde dois jogadores competiam para quem concluía uma fase mais depressa.

Muitos fãs consideram este segundo jogo ainda melhor que o primeiro. E uma grande parcela o classificam como o MELHOR jogo para o Mega Drive do ouriço!

 

Sonic CD – por Israel Guedes

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O sucesso dos dois primeiros jogos foi tanto que Yuji Naka resolveu refazer o jogo do Sonic do modo como ele originalmente imaginava, mas os cartuchos do Mega Drive eram fraquinhos demais para suportar. Agora, utilizando o poderoso Sega CD, suas imaginação não conheceria limites!

Neste jogo, Sonic viaja no tempo! As Time Stones, pedras cobiçadas pelo doutor Robotnik, são roubadas e Sonic precisa viajar em três atos para conseguir impedir os planos do vilão. O objetivo é ir ao passado nos dois primeiros atos e, depois, no ato três “futuro”, salvar Amy – nova personagem e eterna namoradinha do Sonic.

O interessante é que, caso o jogador não conseguisse realizar seus objetivos nos dois primeiros atos, o terceiro terminava com um final ruim chamado “Bad Future”. Ou seja: o jogo tinha dois finais! Muito engenhoso para a época!

 

Adventures of Sonic the Hedgehog (primeiro desenho animado) – por Doug Grein

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A primeira animação do porco espinho!

O sucesso do personagem era enorme, ainda mais nos Estados Unidos. Tanto que a produtora americana DiC Animation City e a Bohbot Entertainment criaram uma série para a televisão com mais de sessenta capítulos, baseada nos jogos do Sonic – trazia personagens extras e trazia um design meio… peculiar para o Doutor Robotnik que seria aproveitado para o jogo spin-off seguinte.

A série foi ao ar entre 1993 e 1996 fazendo muito sucesso no ocidente.

Porém, esta não foi a única animação do ouriço. Falaremos da próxima mais à frente.

 

Dr. Robotnik’s Mean Bean Machine – por  Carina Santos

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A série Sonic teve muitos spin-offs.

Alguns para outros consoles, como a série do Sonic para Master System. Alguns exclusivos para o mercado japonês para máquinas de arcade como SegaSonic the Hedgehog, que trouxe alguns dos personagens mais obscuros, como Ray, o esquilo voador e Mighty, o tatu. Como são muitos fica difícil listá-los todos. Mas entre eles podemos destacar um que acabou se tornando o mais famoso, graças ao desenho animado citado anteriormente: Dr. Robotnik’s Mean Bean Machine.

Lançado em 1993, no auge do sucesso do desenho animado, o jogo trazia alguns dos personagens da série como inimigos. No enredo, o Dr Robotnik havia criado uma máquina para transformar bichinhos fofos em robôs (o básico) e o jogador (presumivelmente Sonic, embora ele não apareça na história) tem que impedí-lo disputando com os robôs do cientista num jogo parecido com tétris.

O game era, na verdade, uma versão modificada do jogo Puyo Puyo, apenas com a substituição dos personagens originais para o do desenho animado. Uma boa forma de tirar uma graninha fácil do público fanático pelo ouriço.

 

Sonic 3 – por Rogério Ferraz da Silva

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Em fevereiro de 1994 a fama do ouriço estava gigantesca e o seu terceiro game para Mega Drive foi recebido de forma festiva.

Os produtores desenvolveram este game de forma muito peculiar. Para começar, Sonic precisava de um rival, um rival de carne e osso! Um personagem que pudesse competir com ele de igual para igual. Foi então que surgiu Knuckles, o guardião da Grande Esmeralda – uma sétima esmeralda do Caos que seria muito mais poderosa que as outras seis juntas.

Na história, Knuckles pensa que Sonic é um inimigo e se alia ao doutor Robotnik para expulsá-lo de sua ilha. Algo interessante sobre este jogo é que ele não tem um “final” propriamente dito, já que os produtores haviam pensado numa história que não caberia num cartucho só de mega drive. O desfecho da batalha entre o porco-espinho azul e a equídna vermelha só aconteceria no próximo…

 

Sonic e Knuckles – por Vanessa Menezes

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A engenhosidade técnica da Sega não parou em Sonic CD.

Em outubro de 1994, oito meses após Sonic 3, eles lançaram Sonic e Knuckles. Este jogo seria uma continuação direta do Sonic 3 – Knuckles descobre que Robotnik é maligno e se une à Sonic para combatê-lo. Neste jogo você pode jogar com o próprio Knuckles e salvar a Grande Esmeralda sozinho. Ou jogar como Sonic.

O mais interessante é a tecnologia Lock-on, onde se você colocasse o cartucho do Sonic 1, 2 e 3 acoplado, você teria novos jogos! É quase como se Sonic e Knuckles fosse um pacote de expansão para os três primeiros games!

Se você combinasse com Sonic 1 (e, na verdade, com qualquer outro cartucho de mega drive) você abriria um jogo onde você só jogaria estágios especiais. Com Sonic 2, Knuckles fica no lugar de Sonic no enredo de Sonic 2, entretanto, Sonic e Tails, o modo 2 Players VS e todas as outras opções são desabilitadas. Com Sonic 3… aí é que a mágica ocorre! Você pode jogar os dois jogos em sequência e com vários extras, como Tails – que volta a ser um personagem jogável – além da possibilidade de salvar o seu progresso!

Este também foi o último jogo do Sonic não-spinoff que foi desenvolvido para o Mega Drive. A despedida foi, sem dúvida, mágica!

 

Sonic The Hedgehog (segundo desenho animado) – por Pablo Lupércio R. Corrêa

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Lembram-se que comentei sobre uma outra animação do Sonic? Pois é.

Uma série paralela chamada apenas de “Sonic the Hedgehog” (e recebeu o codinome não-oficial SatAM porque passava nas manhãs de sábado) começou a ser exibida ainda em 1993. Desenvolvida pela American Broadcasting Company, a série contava uma outra história, com outros personagens – e com um outro design para o doutor Robotnik (que, nesta série, tinha o nome de Julian, não Ivo). Trouxe também Sally Acorn, princesa esquilo que ficou mais conhecida no ocidente como a namorada de Sonic.

Esta série paralela tornou-se ainda mais icônica pelo fato de ter dado origem à história em quadrinhos do Sonic, que continua sendo lançada até hoje. E também foi a base para a animação Sonic Underground, de 1999, onde o tom da história era mais… sombrio, digamos assim.

A série Sonic ainda ganharia um OVA Movie – na época lançado exclusivamente no Japão – utilizando o design antigo do personagem (dos jogos de Mega Drive). Com isto, encerrava-se a primeira fase do porco-espinho. A década estava acabando e o personagem iria passar por uma repaginada.

 

Sonic Adventure – por Davi Alexandre de Souza

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Em 1999, lançado inicialmente com exclusividade para o poderoso Dreamcast (o último console da Sega), Sonic retornava mais rápido e incrível do que nunca!

O jogo foi o primeiro em 3D real do ouriço! Com gráficos que impressionavam para a época, além de um novo esquema de jogabilidade bastante cinematográfico, Sonic Adventure se tornou o jogo padrão para todos os games posteriores do ouriço. Também foi a primeira tentativa de misturar o universo de Sonic com o “mundo real”, com uma trama mais série e bem estruturada.

Algo interessante neste jogo diz respeito ao nome do Dr. Robotnik: no Japão ele sempre ficou conhecido pelo nome original de Dr Eggman, mas neste jogo a dublagem americana deixa claro que “Eggman” seria apenas um apelido depreciativo, não o nome verdadeiro. Isto fica ainda mais evidente quando alguns novos personagens icônicos da saga apareceriam no jogo seguinte.

 

Sonic Adventure 2 – por Julian Dedablio

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Em 2001, comemorando os dez anos do ouriço, foi lançado para o (já quase falecido…) Dreamcast Sonic Adventure 2!

Este jogo foi bem marcante porque trouxe um dos novos personagens “queridinhos” pelos fãs da saga: Shadow, o porco-espinho negro e que patinava ao invés de correr. O novo ouriço seria uma espécie de experiência de laboratório feita pelo avô do Dr Robotnik, Gerald Robotnik, há 50 anos atrás. E ele teria tido como única amiga naquela época Maria Robotnik, prima do doutor. Congelado no tempo, ele teria sido trazido de volta numa louca tramóia.

Falando em ‘Robotnik’, esta foi a primeira vez que o sobrenome americano do personagem foi utilizado oficialmente no Japão – porém, curiosamente, o doutor AINDA era chamado de Dr Eggman, chegando até a se apresentar desta forma em jogos posteriores. Estranho, não?

Este foi o primeiro jogo da franquia a ter histórias paralelas, com as sagas “hero” e “dark” Outros jogos com o mesmo estilo de enredo seriam lançados posteriormente, como Sonic Heroes, tornando-se uma receita de bolo básica para muitos dos jogos seguintes da franquia.

 

Sonix X (primeiro anime para a televisão) – por Rafael Machado Motta

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Com exceção de um OVA feito em 1999 nenhuma produtora japonesa tinha feito um anime do Sonic propriamente dito. Isto mudou em 2003 quando a TMS Entertainment lançou a série Sonix X!

O enredo se passava no “mundo real”, por assim dizer. Sonic e seus amigos – e inimigos – são transportados para a Terra e precisam se acostumar com os novos modismos deste lugar. Assim que chega por aqui, o porco-espinho faz amizade com Chris, um garoto humano que decide adotar Sonic como animal de estimação… pelo menos até entender que o ouriço é muito mais do que isto! Para variar, o local não vai ficar seguro por muito tempo, já que novas ameaças começam a pairar.

A série trouxe quase a totalidade de personagens que já tinham aparecido em jogos passados do ouriço – incluindo seus spin offs – tendo, ao todo, 78 episódios. É considerada, até o momento, a melhor animação do personagem.

 

Sonic Heroes – por Heitor Mota

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Com o Dreamcast definitivamente falecido e a Sega limitando-se apenas a produzir games e não mais consoles, Sonic Heroes, de 2004, foi o primeiro game da franquia lançado multiplataforma.

A saga segue com o enredo de sempre: Dr Robotnik quer conquistar o mundo e os heróis precisam detê-lo. Porém, assim como em Sonic Adventure 2, temos um estilo de histórias paralelas num esquema bem engenhoso. As histórias estão divididas por times: “Team Sonic“, composto por Sonic, Tails e Knuckles; “Team Dark“, composto por Shadow, Rouge e E-123 Ômega; “Team Rose“, composto por Amy, Cream e Big; e “Team Chaotix“, composto por Espio, Charmy e Vector. Em cada um destes times temos um personagem com poder de vôo, um com super força e outro super rápido.

A novidade de se jogar com três personagens ao mesmo tempo foi muito bem-vinda, embora alguns tenham dito que isto deixava o jogo um pouco mais lento – sem falar na parte dos desafios, que eram especialmente complicados. Mesmo assim o jogo foi bem recebido pelos fãs.

Infelizmente não se pode dizer o mesmo da crítica. Os sites especializados já estava começando a empapuçar do mesmo estilo 3D do ouriço e do mesmo enredo rocambolesco. Quando a Sega apresentaria algo novo e surpreendente?

 

Sonic Rush – por Pablo Lupércio R. Corrêa

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Por muito tempo a série Sonic teve uma dezena de spin-offs, dos quais já citamos alguns. Porém um que se tornou particularmente querido foi Sonic Rush, lançado em 2005 exclusivamente para Nintendo DS.

Nesta época os jogos principais da franquia Sonic já tinham se encaixado no padrão 3D e ter uma série 2.5D era um sopro de nostalgia para os fãs. Esta série apresentava um mundo alternativo onde, ao invés de Esmeraldas do Caos, tínhamos as Esmeraldas Sol. E ao invés de um porco-espinho heróis, tínhamos uma gata púrpura heroína: Blaze, a gata. E, como inimigo, tínhamos o misterioso Eggman Nega – que poderia ser tanto uma versão alternativa do doutor como um descendente distante.

O jogo tinha seu próprio elenco pessoal e agradou muito os saudosistas, ganhando até algumas sequências e dando uma sobrevida à saga do ouriço nos portáteis.

 

Shadow, the Hedgehog – por Luis Gustavo Reborn

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Em uma pesquisa publicada no site da Sega, os produtores perguntaram aos fãs qual personagem da franquia merecia ganhar um jogo próprio. Os fãs escolheram o ouriço bad boy!

No ano de 2005 foi lançado o jogo Shadow, the Hedgehog para a alegria de alguns e raiva de outros. O “porco-espinho emo” tinha o seu primeiro título, onde ele buscava mais informações sobre o seu passado. Ele era o verdadeiro “Shadow” ou apenas uma cópia feita pelo Professor Gerald? E qual teria sido o real motivo para o cientista tê-lo criado? E como foi sua criação, exatamente?

O game tinha um tom mais pesado e dark (em comparação com outros jogos do Sonic, claro!). Nele, Shadow chegava a usar armas de fogo! E andava numa motoca num estilo super vida-louca! Não havia exatamente histórias paralelas, mas escolhas: Hero, onde ele se alia à Sonic – Neutral, onde ele trabalha sozinho – e Dark, onde ele se alia aos novos inimigos, a Black Arms, ou ao dr Eggman. Dependendo de quem você se alia, você vai parar em uma fase diferente e destrava até 11 finais – com exceção do Last Final.

Apesar do tema ter agradado, o jogo em si não recebeu boas críticas. O enredo foi considerado fraco e a nova mecânica do uso de armas foi considerada ruim e desnecessária. O jogo foi um tremendo escorregão da Sega. Embora, na verdade, o tombo maior ainda estivesse por vir…

 

Sonic, the Hedgehog (2006) – por Jussara

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Nas comemorações dos 15 anos do ouriço, a Sega tentou surpreender. Pegando a mesma receita de bolo ditada por Sonic Adventure,  tentou fazer um game com ênfase nos gráficos belíssimos da nova geração 360 bites e com uma história mais rebuscada.

… era melhor ter ficado no básico.

Lançado em dezembro de 2006 e, obviamente, feito às pressas, o jogo Sonic 2006, ou ainda Sonic Next-Gen, foi um tombo gigantesco! Além da quantidade imensa de bugs e problemas técnicos, o enredo bizonho foi o principal alvo das críticas. Tentando forçar Sonic num mundo de estilo Final Fantasy, o ouriço contracena com a irritante Princesa Elise (outra princesa…), regente de Soleanna. Uma humana que parece ter uma certa queda por zoofilia…

Neste novo cenário, o nosso inesquecível Dr Robotnik está com um visual mais realista do que nunca (embora ainda um pouco cartunizado, fazendo o contraste parecer bem esquisito) e, para variar, quer conquistar tudo e todos. Quando a princesa está prestes a ser sequestrada o porco-espinho azul aparece e salva a noite – mas Elise tem um estranho pressentimento quando o azulão chega, tendo a impressão de ter visto por um instante um outro ouriço, mas vindo do futuro: Silver, o novo rival da longa lista de Sonic aparece.

O jogo acabou ficando estigmatizado como o PIOR da saga – pelo menos da principal – sobretudo por causa da decepção que causou aos fãs. Uma era negra começava a se desenhar para a franquia.

 

Sonic Rivals – por Krol

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O gosto amargo do jogo anterior fez os produtores da Sega migrarem, discretamente, para os portáteis antes de se aventurar novamente para os consoles.

A esta altura Sonic já tinha uma coleção grande de rivais: Shadow, Knuckles, Metal Sonic e, agora, Silver. Um novo jogo, exclusivo para PSP, foi lançado em 2007 para colocar estes personagens para correrem juntos em um game estilo arcade 2D – de volta à velha forma!

Sonic Rivals chegou discretamente no mercado e já ergueu sobrancelhas de desaprovação simplesmente por incluir um personagem do desastroso jogo anterior (o que fez muitos chegarem à conclusão de que os dois jogos estavam, provavelmente,s endo desenvolvidos ao mesmo tempo). Mesmo assim, o jogo conseguiu arrancar alguns suspiros de alívio nos fãs, mostrando-se um jogo bem na média (o que já era ÓTIMO naquela altura), com o bom e velho estilo clássico de volta à forma.

Mas a franquia precisava de um respiro maior para poder se recuperar…

 

Sonic Unleashed – por Jussara

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O anúncio do novo grande game da franquia estava sendo esperando com imensa expectativa: esta poderia ser a última chance do ouriço se recuperar.

Em 2008, foi lançado Sonic Unleashed. O game retornava à velha forma (e ao velho design cartunizado do Dr Robotnik) com o ouriço correndo pra valer. Desta vez, porém, o sistema 3D de corrida foi ampliado e agora havia fases em 2.5D, onde Sonic fazia derrapagens incríveis para poder se manter na pista. O Ouriço estava mais rápido do que nunca, o que agradou muito os fãs. Porém, o enredo – algo que já capengava na Sega há um bom tempo – foi novamente criticado. Na história, o doutor começa fazendo algo inédito: ele DERROTA Sonic. Mas, é claro, é uma derrota passageira. E neste meio tempo ele desperta uma força primal no planeta (que racha ao meio!) e faz com que o ouriço se transforme no Werehog: um porco-espinho lobisomen!

O jogo possuía fases diurnas e noturnas. Nas diurnas Sonic se apresenta do jeito que nós o conhecemos: rápido, veloz e ligeiro. Já nas fases noturnas nós jogamos como o werehog e este, por sinal, é lento e possui um estilo de luta onde seus braços se alongam para derrotar os inimigos, algo que se assemelha um pouco a God of War.

De uma maneira geral, o jogo foi bem recebido, embora estivesse longe do sucesso que muitos esperavam – e que a franquia precisava. Ironicamente a grande novidade do game, o werehog, foi o detalhe que muitos consideraram dispensável e que, sem ele, o game seria perfeito.

 

Sonic 4 – por Peterson Barros

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De volta ao básico: depois de muitos tropeços na área 3D, a sega decidiu voltar às origens do Mega Drive. Sonic 4 foi lançado em 2010 dividido em dois episódios (o que causou certa estranheza aos fãs). Lançado em multiplataformas (incluindo iPhone), o game foi especialmente bem recebido pelos usuários de Wii.

A saga segue a partir do final de Sonic and Knuckles – seguindo a cronologia do Mega Drive – e, desta vez, o ouriço irá enfrentar sozinho o vilão Dr Robotnik, como nos velhos tempos! Alguns estágios clássicos, como a Green Hill Zone, foram repaginados com gráficos belíssimos da nova geração – mas mantendo o padrão de jogabilidade de plataforma.

Apesar de ter sido uma tentativa honesta de retorno às origens, o game recebeu reviews bem medianas da crítica. Parece que a Sega ainda não tinha acertado a mão…

Sonic Generations – por Alex Silva

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Nas comemorações de 20 anos da franquia, em 2011, a Sega decidiu ir com calma. Ficar pianinho. Aproveitando que Sonic 4, apesar dos pesares, havia agradado aos fãs (que são muito mais importantes do que a crítica) eles decidiram repetir a dose e fazer uma brincadeira com duas gerações de Sonic – a do Mega e a Moderna.

Sonic Generations (que também ficou conhecido pelos nomes White Space And Time e Blue Adventure) se passa em diversas fases que foram coletadas dos jogos anteriores do ouriço. O estilo de jogabilidade 2D/3D do Sonic Unleashed foi utilizado, desta vez com mais polimento. Entre os “presentes” para os fãs estavam presentes uma quantidade enorme de personagens da saga do ouriço (a maior a aparecer em um só game até agora) e incluía-se até o jogo Sonic 1 original para jogar num secret. Ah, e você também podia escolher com qual Sonic você jogaria: o baixinho original ou o altão descolado.

Enfim, depois de anos, a crítica especializada elogiou um game da franquia – e os fãs também adoraram! Será que a saga estava finalmente voltando aos eixos?

 

Sonic Lost World – por Dayvid Lima

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O mais recente jogo da franquia principal do ouriço foi lançado em 2013, exclusivamente para os consoles e portáteis da Nintendo – de fato, a antiga rival da Sega foi a principal produtora do game.

Neste game, eles decidiram fazer o estilo Low Profile e apostar na simplicidade. Lost World conta com diversas fases que alternam entre 2D e 3D, com um enredo simples (você-sabe-quem quer conquistar o mundo…) e fases que apostam na mesma jogabilidade já consagrada da franquia. Mas isto não adiantou muita coisa.

As reviews do game foram de medianas para ruins. Embora alguns dissessem que o jogo era um sopro de ar fresco com sua simplicidade, outros diziam que ele era tremendamente entediante, mostrando que o ouriço estava desesperadamente precisando de uma nova revitalização. E rápido!

 

Série Boom: Rise of Lyric/Shattered Crystal/Fire & Ice – por Kaio ED

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No ano de 2014 uma nova repaginada seria feita na franquia. Um novo “universo paralelo” (ou talvez novo universo oficial?) estava sendo desenvolvido pela Sega. E, após alguns teasers que realmente atiçavam a curiosidade dos fãs, a nova série Sonic Boom foi revelada.

À princípio ela trouxe muita estranheza: Knuckles marombado? Dr Eggman magro? E o que eram essa quantidade imensa de bandanas amarradas nos pés e braços dos personagens?! Apesar de ter recebido muitas críticas no começo, a série televisiva 3D – numa parceria franco-americana OuiDo! Productions e a Sega América – agradou muito com um roteiro excelente.

Embora o ouriço tenha ganho uma boa sobrevida na televisão (e também nos quadrinhos), não se podia dizer o mesmo dos jogos. A nova série de games não agradou muito os fãs e os críticos. Foram três: Rise of Lyric, Shattered Crystal e Fire & Ice todos eles duramente criticados pela jogabilidade estranha e que ficava mudando o tempo todo.

 

Em tempo: a franquia do Sonic hoje é alvo de especulações e preocupações por parte tanto da Sega quanto dos fãs. A produtora parece ter cometido mais erros do que acertos nestes últimos dez anos. Embora um novo jogo tenha sido anunciado para o ano que vem, as expectativas estão baixas. Vejamos se o nosso querido porco-espinho consegue se recuperar dos baques que vem recebendo!

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E encerramos mais um collab, galera! Espero que tenham gostado! Voltaremos, agora, à programação normal do blog – até o próximo!

Julio Shimamoto – Samurai do Pincel

Existem grandes monstros dos quadrinhos nacionais que permanecem desconhecidos para nós. Muitos deles marcaram à ferro e fogo os seus nomes em antigos títulos nacionais dos anos 60, 70 e 80 – estes, muitos deles, infelizmente esquecidos.

Um deles é o mestre Julio Shimamoto, um dos que conseguiram se destacar mais. Ele desenhou muitas hqs de terror (faziam muito sucesso no Brasil naquela época), eróticas e algumas de samurais – proto-mangas nacionais. Chegou até a desenhar uma infame hq com as aventuras de Pedro e Bino de Carga Pesada!

Eu poderia discorrer muito mais sobre ele, mas vou deixar o link de uma entrevista que o mestre deu e que você pode conferir NESTE LINK e assim conhecer mais do trabalho dele – além das belas pranchas abaixo, claro!

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João Bragato – Robunitinhos!

UGH!!! Poucas coisas afetam mais minha autoestima (e a de todos aqueles que ainda estão sonhando em serem ilustradores) do que conhece rum artista foderoso tão novo!

João Bragato tem apenas 18 anos e já ilustra like a boss! Trabalha numa agência de comunicação visual e o escambau! E sua especialidade é desenhar robozinhos fofos!

E o mais legal é que, observando bem, as técnicas que ele usa são bem simples, mas o grande pulo do gato é que ele sabe usar BEM! Não adianta tentar ser um mestre mothafucka na anatomia se você ainda nem sabe desenhar uma mão direito!

Observem algumas pranchas do moleque logo abaixo!

aaa aab aac aad aae aaf aag aah aai aaj aak