ESPN BODY ISSUE 2015

E aê, pessoas! Bem, este é o último post do ano e o último presente prometido para vocês!

Como vocês sabem, este blog existe para divulgar ilustradores fodas pelo mundo! Mas também serve para referência para ilustradores novinhos se inspirarem em traços, estilos, etc! E qual melhor referência existe do que o real?

Esta é o primeiro Ensaio Fotográfico do blog (dentro da tag “Fotografia”)! Se vocês curtirem, irei repetir a dose. Portanto, comentem! Divulgue! Para mostrar que vocês curtiram!

Para quem não sabe, a revista americana de esportes ESPN todo o ano lança uma edição especial chamada “Body Issue” onde existe um ensaio fotográfico com os esportistas do momento pelados, mostrando diversos biotipos de corpos de esportistas.

Aqui está uma pequena amostra. Enjoy!

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Tasha Tudor – Vida imita Arte

A maioria dos artistas são pessoas que, apesar de terem mundos inteiros dentro de si, não vivem efetivamente no mundo real.

O trabalho artístico é, por vezes, uma atividade solitária. Auto-centrada. É trabalho duro dentro de um estúdio enquanto a vida corre do lado de fora. Há momentos de pausas, de reflexões, de sociabilidade, mas a maior parte do artista sempre fica escondida. E assim permanece, com ele perdido em seu mundo interno sem viver o mundo exterior – talvez porque o mundo interno é, por vezes, melhor que o exterior.

Mas o que acontece quando um artista consegue unir seus dois mundo? O interno e externo? Foi o que Tasha Tudor conseguiu!

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Esta ilustradora americana especializou-se em obras infantis. O clima bucólico e pacífico de suas pinturas remetem à gloriosa Era de Ouro das ilustrações editoriais do início do século XX, uma época em que o mundo parecia (apenas parecia…) mais inocente. Um local de paz e tranquilidade infantil… um mundo interno que muitos ilustradores da época tinham dentro de si, mas não podiam vivê-lo.

Bem, essa vovozinha, efetivamente, viveu como seus personagens! Uma vida rural de contos de fadas!

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Não vou ser falsa e dizer que a arte desta mulher é super mega foda. Não, a senhora Tudor tinha uma arte… na média, digamos assim. Mas sua história de vida realmente foi uma inspiração!

Este post então terá, além das ilustrações editoriais que ela publicou, algumas fotos do seu cotidiano, vivendo numa casinha de doces no meio de um bosque da Nova Inglaterra!

Apreciem! É lindo de se ver!

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Toulouse Lautrec – Tamanho não Importa

Este é um dos meus artistas das antigas preferidos! Um dos inventores do design como é conhecido hoje: Toulouse Lautrec.

Gosto muito das artes dele, embora o que me chame muita atenção é a sua história de vida (que está sendo contada pelo grande Gradimir Smudja numa belíssima série de BD!). Filho de conde, trocou a vida de fidalgo para viver nos bordéis da França, sobretudo no mítico Moulin Rouge! Baixinho comedor, boêmio incurável e bebum de respeito – bebia absinto feito cerveja!

É comum alguns desinformados, quando vão escrever algo sobre ele, dizerem que Lautrec era um anão. Não é bem verdade: o cara tinha uma doença nos ossos que o impediu de crescer além dos 1,50m – altura “grande demais” para classificá-lo com nanismo. Sofreu dois acidentes graves em que fraturou as pernas e passou muitos meses em convalescênça desenhando.

Pintava feito um louco (e segundo as lendas, também “pintava como eu pinto…”) e também realizava trampos de cartazes para teatros e bordéis. Era muito querido pela pobretada de Montmartre, o bairro mais barra-pesada de Paris na época.

Infelizmente os seus excessos o levaram a contrair cirrose e sífilis. Morreu aos 36 anos, embora tenha vivido à mil seus poucos anos. Deixou como legado centenas de pinturas e ilustrações. Confira algumas logo abaixo!

E agora um bonus! Fotos do nosso pequeno grande homem! Achei que seria legal compartilhar com vocês!

(numa época em que não existia Photoshop, fazer a pequena “mágica” da foto acima era difícil!)

Michelangelo – Aceitando qualquer Job

Michelangelo não gostava de pintar.

A bichinha vivia dando pití quando a galera fazia encomenda de pinturas para ele, e não esculturas; que era a “arte maior”, muito acima do desenho, em sua concepção. Mesmo assim ele fazia. Obras a enfeitar igrejas e castelos e que se tornaram patrimônio da human race. Detestava o trampo, mas tinha que cumprir, né? Afinal era grana entrando no bolso.

Bom, não sei se escultura é melhor que pintura, mas na minha modesta opinião em ambas o cara era foda! Por isso, excepcionalmente neste post, irei postar umas fotos das esculturas do cara e seus detalhes. Além de umas pinturinhas, lógico! Ele as fazia de má vontade, mas elas não podem faltar.