Valeria Docampo – Fofísse

Ok! Hoje vamos conhecer a ilustradora argentina Valéria Docampo!

Ela é especializada em artes para livros infantis, algo que ela faz com primazia em seu estilo fofinho e com métodos analógicos de pintura. Ela até já ganhou prêmios internacionais como desenhadora destas paradinhas e é relativamente famosa no mundo editorial internacional.

Você pode conferir algumas belas imagens oníricas e bunitinhas que ela faz logo abaixo!

Victor Ambrus – Fantasia Solta

Hora de conhecer mais um mestre das ilustrações históricas e de fantasia. Nascido na Hungria sob o nome László Győző Ambrus, mas naturalizado britânico, este incrível ilustrador tem um estilo super especial!

Mestre Ambrus chegou a ficar conhecido na televisão britânica com suas artes, reproduzindo de forma pictórica cenários das escavações dos programas de documentários da televisão inglesa. Como vocês podem conferir abaixo, o seu estilo soltão e suas cores rebeldes causam um efeito muito bonito de se admirar.

Ele também já trabalhou desenhando para várias editoras e você pode conferir uma amostra do trampo do cara logo abaixo!

Jeff Simpson – Nada é Real

Mestre Jeff é um ilustrador foderoso que trampa na Ubisoft Montreal, além de fazer mais uma porrada de artes freelas por aí e para projetos pessoais.

Não é difícil notar, logo abaixo, que o maluco curte uns temas mais de “terror” e surreais. Entre os games que o cara trampou estão Assassin’s Creed. Nada foda ele, né?

Confere a arte do cara logo abaixo:

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Jean-Baptiste Monge – Pirilampos

Gnomos, fadas e duendes são figurinhas tarimbadas do folclore europeu. Nunca ninguém vai deixar de desenhá-las seja em livros infantis ou obras de RPG.

Mestre Monge é um deles, mais um destes ilustradores especializados num tipo de obra – não que ele não saiba desenhar outras coisas! Como vocês verão abaixo, o manolo manja dos gnomo! Seu estilo tem um pé na arte da Golden Age misturada com técnicas modernas. Fixe!

Apreciem sua arte abaixo!

aaa aab aac aae aaf aag aah aai aaj aak aal aam aan aao

Tasha Tudor – Vida imita Arte

A maioria dos artistas são pessoas que, apesar de terem mundos inteiros dentro de si, não vivem efetivamente no mundo real.

O trabalho artístico é, por vezes, uma atividade solitária. Auto-centrada. É trabalho duro dentro de um estúdio enquanto a vida corre do lado de fora. Há momentos de pausas, de reflexões, de sociabilidade, mas a maior parte do artista sempre fica escondida. E assim permanece, com ele perdido em seu mundo interno sem viver o mundo exterior – talvez porque o mundo interno é, por vezes, melhor que o exterior.

Mas o que acontece quando um artista consegue unir seus dois mundo? O interno e externo? Foi o que Tasha Tudor conseguiu!

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Esta ilustradora americana especializou-se em obras infantis. O clima bucólico e pacífico de suas pinturas remetem à gloriosa Era de Ouro das ilustrações editoriais do início do século XX, uma época em que o mundo parecia (apenas parecia…) mais inocente. Um local de paz e tranquilidade infantil… um mundo interno que muitos ilustradores da época tinham dentro de si, mas não podiam vivê-lo.

Bem, essa vovozinha, efetivamente, viveu como seus personagens! Uma vida rural de contos de fadas!

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Não vou ser falsa e dizer que a arte desta mulher é super mega foda. Não, a senhora Tudor tinha uma arte… na média, digamos assim. Mas sua história de vida realmente foi uma inspiração!

Este post então terá, além das ilustrações editoriais que ela publicou, algumas fotos do seu cotidiano, vivendo numa casinha de doces no meio de um bosque da Nova Inglaterra!

Apreciem! É lindo de se ver!

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