Jeff Simpson – Nada é Real

Mestre Jeff é um ilustrador foderoso que trampa na Ubisoft Montreal, além de fazer mais uma porrada de artes freelas por aí e para projetos pessoais.

Não é difícil notar, logo abaixo, que o maluco curte uns temas mais de “terror” e surreais. Entre os games que o cara trampou estão Assassin’s Creed. Nada foda ele, né?

Confere a arte do cara logo abaixo:

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Jean-Baptiste Monge – Pirilampos

Gnomos, fadas e duendes são figurinhas tarimbadas do folclore europeu. Nunca ninguém vai deixar de desenhá-las seja em livros infantis ou obras de RPG.

Mestre Monge é um deles, mais um destes ilustradores especializados num tipo de obra – não que ele não saiba desenhar outras coisas! Como vocês verão abaixo, o manolo manja dos gnomo! Seu estilo tem um pé na arte da Golden Age misturada com técnicas modernas. Fixe!

Apreciem sua arte abaixo!

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Tasha Tudor – Vida imita Arte

A maioria dos artistas são pessoas que, apesar de terem mundos inteiros dentro de si, não vivem efetivamente no mundo real.

O trabalho artístico é, por vezes, uma atividade solitária. Auto-centrada. É trabalho duro dentro de um estúdio enquanto a vida corre do lado de fora. Há momentos de pausas, de reflexões, de sociabilidade, mas a maior parte do artista sempre fica escondida. E assim permanece, com ele perdido em seu mundo interno sem viver o mundo exterior – talvez porque o mundo interno é, por vezes, melhor que o exterior.

Mas o que acontece quando um artista consegue unir seus dois mundo? O interno e externo? Foi o que Tasha Tudor conseguiu!

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Esta ilustradora americana especializou-se em obras infantis. O clima bucólico e pacífico de suas pinturas remetem à gloriosa Era de Ouro das ilustrações editoriais do início do século XX, uma época em que o mundo parecia (apenas parecia…) mais inocente. Um local de paz e tranquilidade infantil… um mundo interno que muitos ilustradores da época tinham dentro de si, mas não podiam vivê-lo.

Bem, essa vovozinha, efetivamente, viveu como seus personagens! Uma vida rural de contos de fadas!

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Não vou ser falsa e dizer que a arte desta mulher é super mega foda. Não, a senhora Tudor tinha uma arte… na média, digamos assim. Mas sua história de vida realmente foi uma inspiração!

Este post então terá, além das ilustrações editoriais que ela publicou, algumas fotos do seu cotidiano, vivendo numa casinha de doces no meio de um bosque da Nova Inglaterra!

Apreciem! É lindo de se ver!

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Gary Lippincott – Fadas e Fadas

Vamos comemorar o ano-novo com fadas! O mundo das ilustrações de livros tem uma chamada Golden Age que vai de meados de 1880 até mais ou menos o final dos anos 30.

Esta foi uma época em que surgiram ilustradores de grande calibre, exibindo ao mundo verdadeiras obras de artes impressas no papel. Foi a época em que os métodos de impressão se tornaram mais sofisticados, permitindo que os livros fossem mais belamente ilustrados. Sem falar que o mercado editorial estava se tornando cada vez mais forte, demandando por muita gente para cumprir a demanda.

Mestre Lippincott não é desta época, mas ele tem grande reverências pelos ilustradores da Golden Age. Tanto que seu trabalho em livros infantis e de fantasia é fortemente focado neste estilo.

Apreciem suas pranchas retrôs logo abaixo:

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Marco Mazzoni – Lapizes

A maioria dos artistas italianos que eu posto aqui tem sempre alguma coisa a ver com putaria. Bora mudar este quadro.

Capo Mazzoni não é chegado no Plus 18, mas gosta de desenhar umas bruxas e outras criaturas do folclore italiano. Ele afirma que gosta de trampar no mínimo umas dez horas por dia – e precisa, uma vez que seu material primário é o lápis de cor e este é um material feito para punheteiros: leva muito mais tempo você preencher decentemente uma área do papel com lápis do que com tinta.

Vejam abaixo algumas das obras do moço. Algumas feitas em scketchbook s outros feitos em grandes painéis A2. Haja lápis!

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