James Bennett – Distorção Divertida

Caricaturas não é muito a minha praia, mas um trabalho de ilustração bem feito SEMPRE é!

Mestre Bennett tem um nome comum e faz um dos trampos mais comuns para ilustradores: caricaturas. No entanto ele faz muito bem! Seu estilo de manipular feições de forma caricata não é original, mas seu belo acabamento, composição e energia que ele coloca nas imagens é!

Ele entra para o hall de bons caricaturistas, um ambiente escasso! Além disso, ele também faz vários trabalhos publicitários com o mesmo estilo cartoon cuidadoso. Abaixo, você confere um pouco do trampo do homem!

Glennray Tutor – Marble di Gudi

Como ser um mestrão da pintura hiperrrealista em dois passos:

1 – Olhe para a sua mesa e escolha qualquer objeto aleatório e corriqueiro que você tiver a mão.

2 – Comece a pintar este objeto, punhetando o acabamento até ficar hiperrealista.

Simples!

Aqui estamos nós com Glennray Tutor, um cara que adora quadrinhos retrô e bolinha de gude. Um belo dia ele chegou em casa, viu as cores lindonas que as bolinhas refletiam quando ficavam sob o sol e decidiu pintar quadros reproduzindo aquela imagem.

E não é que ficou muito bonito de se ver? Dá um confere aí embaixo nas telas do maluco (embora ele seja um jogador de bolinha di gudi wannabe… as bolinhas não tem nenhum arranhão!)

J C Leyendecker – Gostosos!

Natal passou e merece agora um combo 2 do senhor Leyendecker! E uma informação histórica interessante que eu não sabia: ele foi um dos primeiros ilustradores a colocar um tom sutilmente “gay” em suas ilustrações!

Curiosamente, foi ISTO que fez com que os anúncios e capas de revista que ele fazia venderem muito mais! Freud explica!

J C Leyendecker – Avô dos Mestres

Nesta véspera de natal, temos um repeteco de um velho conhecido que há MUITO merecia uma revisitada. Um dos mais influenciadores ilustradores de todos os tempos, à ponto até do fodão Rockwell ter bebido das fontes do cara no começo da carreira!

Joseph Christian Leyendecker é mais conhecido pelo seu personagem The Arrow Collar Man, era o típico ideal do americano no início do século XX (embora corre à raia miúda que era uma forma beeeeem sutil de colocar referências ao mundo gay naquela época tão homofóbica). Suas capas para a Saturday Evening Post, mais de 400 entre 1896 e 1950.

Abaixo, você confere mais artes deste verdadeiro monstro das ilustras!

Mike Mayhew – Sempre mais Comics

Muitos quadrinistas tentam chegar próximo do realismo para fazer com que as histórias fantasiosas dos comics pareçam mais reais. Alguns exageram, outros fazem obras realmente bem dosadas. Mestre Mayhew pertence à coluna do meio.

Suas páginas são belíssimas e suas figuras humanas são realistas e heróicas aos mesmo tempo. E ele trampa com colorização digital e analógica com a mesma maestria. basta conferir suas pranchas logo abaixo!

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Melissa McCracken – Sinestesia

Para quem não sabe, “sinestesia” é a relação que certos sentidos tem uns com os outros e que nos causam sensações difíceis de explicar, mas que são bem conhecidas. Como, por exemplo, você sentir o gosto de alguma coisa só de sentir o cheiro. Ou você sentir a sensação de tocar em certa coisa só de olhar. Expressões aparentemente sem sentido, como “uma cor estridente” (relacionando visão com audição) são traduções de sensações sinestésicas.

Esta mina, Melissa (nome da minha prima!), curte fazer umas ilustrações baseadas nas sensações que ela tem ao ouvir música! No caso, ela possui uma condição que, embora não seja uma doença, faz com que ela associe cores ao som o tempo todo (por exemplo: segundo ela, a letra “C” é da cor amarelo canário). Ela ouve a música e traduz, em imagem, o que ela representa.

Veja abaixo algumas de suas telas e as canções que a inspiraram a pintar:

Time – Pink Floyd

Cello Suite No. 1. – Bach

Karma Police – Radiohead

Little Wing – Jimi Hendrix

Julia – The Beatles

Life on Mars – David Bowie

Lucky – Radiohead

Gravity – John Mayer

Imagine – John Lennon

Joy in Repetition – Prince

Tonight, Tonight – Smashing Pumpkins

Flip – Glass Animals

Al Parker – Estilo Anos 50

Existem grandes ilustradores mestrões dos “Anos Dourados” da ilustração (anos 30-60) que ainda não pintaram por aqui! Vamos falar de mestre Al Parker!

O cara definiu todo um estilo gráfico inovador nos anos 40. Seu estilo era bem pictórico e revolucionário, para os padrões da época. Ele criou diversas soluções visuais curiosas e que influenciaram muitos ilustradores que vieram depois dele! Sem falar que o cara também era manjão de design, sempre incorporando os dois talentos (antigamente designer era designer e ilustrador era ilustrador).

Mas não acreditem em minhas palavras, confiram com seus próprios olhos as artes do moço!