André Juillard – O Traçado da Aventura

Nos últimos tempos tenho me esparramado sobre BDs francesas. Um título clássico que eu nunca tinha lido, e pelo qual me apaixonei, foi Blake e Mortimer. Hq belga contemporânea de Tintin (um pouco mais nova, na verdade) que mistura ação, aventura, ficção científica e suspense.

O protagonista das histórias é o Professor Philip Mortimer, um estudioso britânico que, levado pela sua insaciável curiosidade, acaba se envolvendo em aventuras extraordinárias em várias partes do mundo, do Egito até a Atlântida. Fazendo viagens no tempo desde o futuro até o passado. E, é claro, tendo que enfrentar um bocado de problemas no presente também, e às vezes nem tantas quadras longe de sua casa, em Londres. Para auxiliá-lo ele conta com seu amigo, capitão Blake, que o ajuda a sair de várias enrascadas – e as vezes o coloca em algumas.

A obra é uma criação de Edgar P. Jacobs, falecido em 1987, e é um dos poucos títulos clássicos da bd franco-belga que AINDA está sendo publicado! Graças aos esforços de vários desenhistas talentosos, como o nosso amigo de hoje: André Juillard.

Mas apesar de eu ter conhecido o trabalho do cara através de Blake e Mortimer, o cara também tem suas próprias obras fodásticas: Les Sept vies de l’Epervier, Le Cahier bleu e Plume aux vents (sim, eu sei… vocês NUNCA ouviram falar em nenhuma delas… *suspiro*).

Mesmo assim vocês terão a oportunidade de conferir uma amostra da obra do cara logo abaixo!

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SpaceWeaver – Eu tenho o Cosmos!

O primeiro post que eu coloquei nesta pimbosca foi sobre um cara que fazia excelentes fanartes de Cavaleiros do Zodíaco (lembram dele? Ó o post AQUI!), na época em que eu ainda estava decidindo no que que este blog ia virar.

Pois bem! O tempo passou… (dois anos, porra!) Muita gente já aparaceu neste blog. Gente que, há dois anos atrás, eu nem conhecia! E agora bateu uma saudade dos cavaleiro e resolvi procurar na net mais uns fanarts animais deles. E achei!

Cavaleiros do Zodíaco é uma puta duma ideia GENIAL que acabou caindo nas mãos de um mangaká meia-boca. A prova é só procurar na internet: quilos e quilos de fancomics e fanfictions que deixam o trabalho original do autor no chinelo! Como trabalho do SpaceWeaver, um francês que praticamente vive de fazer fanarts em cima dos cavaleiros. E… porra! Como o cara desenha bem!

Confira o trabalho dele logo abaixo!

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Heidi Taillefer – Detalhes tão Pequenos

Existem artistas que realmente dão ao surrealismo novos significados. A canadense Heidi Taillefer é uma delas.

Esta pintora curte muito uma mistura de Salvador Dali com Arcimboldo e sei lá mais o quê… Geralmente colocando muito maquinário junto com flores, aquários, vísceras, fios de telefone, ovos, mobiliário clássico e… e… sei lá! É muita piração! Só vendo abaixo para crer!

0-9- Heidi Taillefer, “The Work Forgives the Plow,” 2007. Oil on panel. 16 x 20 in. 038_Heidi-Taillefer_I-put-a-spell-on-you 099 blue_morpho cheshire HEIDI TAILLEFER (7) HEIDI TAILLEFER (11) sneaky_work_at_the_crossroads Heidi Taillefer, “Paternity Suit,”  2007. Oil on canvas. 10 x 12 in. 5.0.2 tumblr_mmigg8WKRj1r8imomo1_1280

Chris Thunig – Coisa de Cinema

Teremos aqui hoje um destes artistas que faz concept para cinema e videogames (que, na minha opinião, são os atuais Michelangelos, dão vida à lendas!).

Chris Thunig já trampou para filmes da Warner, como O Código DaVinci, para animações fodas como Noiva Cadáver e atualmente trabalha na produtora de games Blizzard. Como verão abaixo, a arte dele é estilo bem realistão e costuma ter um acabamento mais “finalista” ao invés dos traços mais simplões que vemos na maioria dos concepts. Babem!

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