Noboru Kawasaki – Retro manga

É inegável que a arte dos quadrinhos, em geral, deu uma evoluída estética fenomenal da explosão da década de 40 do século passado para agora. Naqueles tempos, de uma maneira geral, a arte dos quadrinhos era cartunizada, mal cuidada e amadora.

Não que não houvessem desenhadores muito competentes nas antigas, como Hal Foster, Edgar P JacobsWill Eisner, mas eles eram as exceções. No Japão, o traço era mais ou menos fraquinho, a arte dos mangas só começou a ficar mais “anatomicamente correta” nos anos 50 e 60. E um destes caras que começaram a fazer esta transição de cartoon para realista foi Noboru Kawasaki.

O cara ficou famoso, principalmente, pela obra Star of the Giants (Kyojin no Hoshi), escrita por Ikki Kajiwara e desenhada pro ele. Uma história de abusos infantis, violência, depressão e baseball. Mas confesso que a obra que curto mais dele, sobretudo pela arte, é Kouya no Shounen Isamu, um manga de faroeste e que está representado abaixo pela maioria das pranchas.

Acho o estilo de manga retrô dele bem legal! Curtam vocês também!

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Megumu Okada – Cólera do Popozudo!!!

E aí, manolinhos? Vamos ver mais algumas artes esquisitaças do nosso amado odiado respeitável mestre Okada?

Segue mais algumas pranchas da história super esquisita dele para cavaleiros do zodíaco: Episodio G – Assassino. E nas últimas pranchas vamos apreciar um dos momentos mais emblemáticos desta saga, quando o cavaleiro Shiryu de Dragão apareceu com o dragão nas costas e tudo e… bem… com um “pandeirão” de colocar inveja em muita piriguete por ai!

Bora apreciar!

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Feliz Ano Novo… com Kazushi Hagiwara!

Hoje vamos conhecer um mangaka foderosão… e o maior mestre dos hiatos da história (superando até o criador de Berserk e Hunter x Hunter).

Mestre Hagiwara possui uma série única: BASTARD!! Ele começou a publicar o treco na revista Shonen Jump em 1988… quase trinta anos atrás. E sabe quantos volumes encadernados a série tem? 27… SÓ FUCKING 27!!! Para terem uma ideia o manga Slam Dunk (do foderosão Takehiko Inoue que, alias, também curte uns hiatos…) durou 6 anos – de 1990 a 1996 – e teve 31 volumes!

Bão, mas pelo menos ele nos presenteia com umas artes legais de vez em quando, né? Vamos conferir abaixo:

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Ito Hikozo – Obscuro Ocidente

Antes do manga e dos animes estourarem como cultura pop e o caralho a quatro o Japão já possuia seus próprios estilos de arte.

O Ukiyo-e foi um dos primeiros estilos clássicos, mas houve alguns ilustradores japas da Era Meiji (época em que o Japão abriu as pernas gostoso para o mundo ocidental) começaram a mesclar os estilos. Após um tempo, já no século XX, eles já começaram a desenvolver um esquema próprio. Um deles foi Ito Hikozo, que unia o estilo dos ilustradores ocidentais realistas com certas nuances da gravura japonesa.

Infelizmente não é tão fácil achar pranchas dele por aí, mas o que eu encontrei posto aqui.

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Tsukioka Yoshitoshi – Mestre Sangrento

Há alguns posts atrás falei do mestre Yoshitoshi e hoje irei comentar mais sobre ele.

Para começar, ele é um dos antigos mestres do Ukiyo-e, um gênero de xilogravuras japonesas da era Edo (1603-1867) ao fim da era Meiji (1868 – 1912). O período Edo foi quando o Japão esteve fechado para o mundo, uma ilha isolada e, com isso, a falta de diversidade artística proporcionou o surgimento e crescimento do Ukiyo-e com enorme apelo comercial e cultural.

Ukiyo-e traduzido é “pintura do mundo flutuante”, o que faz um completo sentido do porque ser um gênero da xilogravura e não uma simples xilogravura. Tinha como temática fundamental a vida na cidade, o cotidiano urbano, como cortesãs de alto nível, lutadores de sumô, paisagens, teatro,distritos comerciais, etc.

Porém, a censura pegava pesado na era Edo, coibindo temáticas politicas, a retratação de gente importante da alta corte e conotações sexuais explicitas. O que não evitava que houvesse transgressão, seguido de punição, é claro.
A coibição levou à criação no underground de diversos subgêneros do Ukiyo-e e um dos seus nomes mais famosos foi do mestre Tsukioka Yoshitoshi.

Conhecido como o último grande mestre do Ukiyo-e, Yoshitoshi lançou em 1896, que surgiu o infame “28 famosos casos de assassinatos com versos” em parceria com Utagawa Yoshiiku (mas não vou fazer a mesma merda que fiz no antigo post do Maruo, vou só colocar imagens do Yoshitoshi aqui!).

Esta obra é tida como o primeiro exemplo de ero-guro que se tem conhecimento. Ganhou até um nome próprio ‘Muzan-E’.

Curta agora algumas destas obras sangrentas, e outras mais tranquilas (incluindo a foto de uma das placas de xilogravura que o mestre fez), logo abaixo!

 

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