José Ortiz – Traço do Oeste

O fumetti (quadrinho italiano) Tex é um dos mais famosos do mundo. Centenas de artistas deram vida às aventuras do mais italiano dos cowboys gringos. Porém, mestre Ortiz figura entre um dos mais habilidosos a emprestar seu traço nas aventuras do vaqueiro azul e amarelo.

Obviamente, não foi só Tex que este espanhol desenhou na vida, mas este merece um pouco mais de destaque. Agora, confira mais pranchas deste cara que deixou saudades!

Pasquale Frisenda – Tons de Fumaça

Gente, que miserinha de fumettista apareceram aqui no blog! Esta porra tá acabando e vamos ter só uma dúzia de quadrinistas italianos? Nananinanão!

Mestre Frisenda foi um dos muitos artistas que emprestaram seu traço ao inesquecível Tex, além de ter feito outros trabalhos em fumettis para Mágico Vento, Ken Parker e outros!

Só dá uma conferida no traço bonito dele aí embaixo!

Ferdinando Tacconi – Fumettista Aristocrata

Antes do blog acabar, vamos tentar apresentar nas próximas semanas uma série de quadrinistas italianos, já que aqui no blog foram muito poucos apresentados ao longo da jornada.

E vamos começar com Ferdinando Tacconi! Este cara criou uma série de aventura e comédia conhecida como Gli Aristocratici, ou Os Aristocratas onde ele zoava com os clichês dos britânicos. Infelizmente esta série mal apareceu aqui no Brasil, tendo apenas uns poucos capítulos publicados em álbuns antigos e esparsos.

O traço do cara era bem limpo e tinha um dinamismo que dava gosto de ver. Você pode dar um confere em algumas de suas pranchas logo abaixo:

John Cassaday – Traço feito

Este cara é umas das figurinhas carimbadas das comics americanas.

John Cassaday se notobilizou desenhando a série Planetary e depois da nova repaginação do capitão América – pós 11 de setembro de 2001. Seu estilo bem realista, juntamente com outros artistas que seguiam a mesma tendência, quebrou a modinha “semi-manga” que invadiu os quadrinhos nos Estados Unidos na década de 90 e até meados da primeira década do século XX.

Hoje, a maior parte dos trampos que ele faz é como capista. Abaixo, você dá um confere em algumas artes do cara.

 

Capas! – Shonen Jump

Povinho, eu estava pensando… depois de incluir galeria de fotos aqui no blog, o que cês acham de uma galeria de capas?

Por que, às vezes, eu vejo umas ilustras fodas de uns caras fodas, MAS não necessariamente a galeria toda do cara é digna de nota. Ou pior ainda: vejo umas ilustras da hora em umas revistas antigas e não acho o autor…

Sem falar, é claro, que algumas revistas antigas tem umas diagramações mutcho locas! E por isto eu irei exibir para você algumas das capas mais antigas da mítica revista Shonen Jump! É interessante notar como a diagramação desta revista (alias da maioria das revistas japas) era sempre super poluída! Talvez porque, devido à complexidade dos seus caracteres para leitura e escrita, os olhos dos japoneses já estariam mais “acostumados” à poluição visual.

Edições que aparecem nesta leva são dos anos de 1968, 1969 e 1970  e alguns dos artistas das capas são Noboru KawasakiHiroshi Motomiya, Go Nagai, Tetsuya Chiba e outros. Podem falar o nome de mais autores se souberem.

(como eu queria saber o nome do artista que fez estas ilustras mais realistas em algumas delas! Se alguém souber, canta a bola aqui!)

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Noboru Kawasaki – Retro manga

É inegável que a arte dos quadrinhos, em geral, deu uma evoluída estética fenomenal da explosão da década de 40 do século passado para agora. Naqueles tempos, de uma maneira geral, a arte dos quadrinhos era cartunizada, mal cuidada e amadora.

Não que não houvessem desenhadores muito competentes nas antigas, como Hal Foster, Edgar P JacobsWill Eisner, mas eles eram as exceções. No Japão, o traço era mais ou menos fraquinho, a arte dos mangas só começou a ficar mais “anatomicamente correta” nos anos 50 e 60. E um destes caras que começaram a fazer esta transição de cartoon para realista foi Noboru Kawasaki.

O cara ficou famoso, principalmente, pela obra Star of the Giants (Kyojin no Hoshi), escrita por Ikki Kajiwara e desenhada pro ele. Uma história de abusos infantis, violência, depressão e baseball. Mas confesso que a obra que curto mais dele, sobretudo pela arte, é Kouya no Shounen Isamu, um manga de faroeste e que está representado abaixo pela maioria das pranchas.

Acho o estilo de manga retrô dele bem legal! Curtam vocês também!

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