Morgan Penn – Tá olhando o quê?!?

Retratos sempre são bem aceitos no mundo das artes. E cada artista sempre tenta colocar um pouquinho do seu toque pessoal para fazê-los diferentes da multidão.

Mestre Penn gosta de fazer vários retratos ao mesmo tempo, de várias pessoas numa única tela! E vários deles quebram a “quarta parede”, sempre olhando fixo para a pessoa que está observando a pintura, muitas vezes chamando, provocando ou ameaçando!

Abaixo, você pode conferir um pouco das musas assustadas, medrosas, mal encaradas e receptivas que ele desenha logo abaixo!

James Bennett – Distorção Divertida

Caricaturas não é muito a minha praia, mas um trabalho de ilustração bem feito SEMPRE é!

Mestre Bennett tem um nome comum e faz um dos trampos mais comuns para ilustradores: caricaturas. No entanto ele faz muito bem! Seu estilo de manipular feições de forma caricata não é original, mas seu belo acabamento, composição e energia que ele coloca nas imagens é!

Ele entra para o hall de bons caricaturistas, um ambiente escasso! Além disso, ele também faz vários trabalhos publicitários com o mesmo estilo cartoon cuidadoso. Abaixo, você confere um pouco do trampo do homem!

Glennray Tutor – Marble di Gudi

Como ser um mestrão da pintura hiperrrealista em dois passos:

1 – Olhe para a sua mesa e escolha qualquer objeto aleatório e corriqueiro que você tiver a mão.

2 – Comece a pintar este objeto, punhetando o acabamento até ficar hiperrealista.

Simples!

Aqui estamos nós com Glennray Tutor, um cara que adora quadrinhos retrô e bolinha de gude. Um belo dia ele chegou em casa, viu as cores lindonas que as bolinhas refletiam quando ficavam sob o sol e decidiu pintar quadros reproduzindo aquela imagem.

E não é que ficou muito bonito de se ver? Dá um confere aí embaixo nas telas do maluco (embora ele seja um jogador de bolinha di gudi wannabe… as bolinhas não tem nenhum arranhão!)

Henrietta Rae – Pincel Feminino

Hoje vamos conhecer uma das muitas vanguardistas do movimento girl power!

Senhora Rae foi uma pintora proeminente da era vitoriana, na época em que esta profissão ainda era estritamente masculina. Sua obra era especializada em alegorias clássicas e elementos subjetivos – além de alguns ocasionais retratos oficiais. É possível perceber que seu estilo era delicado e bem em volga no final do século XIX.

Confira abaixo as belas telas da moça!

J C Leyendecker – Gostosos!

Natal passou e merece agora um combo 2 do senhor Leyendecker! E uma informação histórica interessante que eu não sabia: ele foi um dos primeiros ilustradores a colocar um tom sutilmente “gay” em suas ilustrações!

Curiosamente, foi ISTO que fez com que os anúncios e capas de revista que ele fazia venderem muito mais! Freud explica!

J C Leyendecker – Avô dos Mestres

Nesta véspera de natal, temos um repeteco de um velho conhecido que há MUITO merecia uma revisitada. Um dos mais influenciadores ilustradores de todos os tempos, à ponto até do fodão Rockwell ter bebido das fontes do cara no começo da carreira!

Joseph Christian Leyendecker é mais conhecido pelo seu personagem The Arrow Collar Man, era o típico ideal do americano no início do século XX (embora corre à raia miúda que era uma forma beeeeem sutil de colocar referências ao mundo gay naquela época tão homofóbica). Suas capas para a Saturday Evening Post, mais de 400 entre 1896 e 1950.

Abaixo, você confere mais artes deste verdadeiro monstro das ilustras!

Shane Wolf – Pele em tela

É tão legal desenhar gente pelada! E o mais legal é quando você conhece pessoas que também curtem isto!

Mounsieur Wolf é dos meus! Ele curte pintar gente como veio ao mundo (e uns poucos com roupas) e tem um estilo de traço que lembra bem os grandes clássicos! Suas telas são muito bonitas e orgânicas!

Você pode conferir abaixo!