Mary Ellen Mark – “Nada é mais extraordinário que a Realidade”

Hoje vamos conhecer uma fotógrafa fodona! Madame Ellen ficou conhecida por suas fotos “fora do mainstream da sociedade”. Enquanto seus colegas estavam preocupados em glamour e notícias empacotadas de jornal, ela fotografava o trivial, o comum e que, mesmo assim, ainda deslumbrava e chocava!

Ela curtia o estilo “fotografia documental social”, sempre abordando temas pesados para a época, como prostituição, doenças e bailes de debutante (super pesado!). Mulher forte e opinativa nas suas visões, ela continuou demonstrando compaixão para com seus temas (leia-se “modelos”), frequentemente mantendo relacionamentos com eles muito depois que seu trabalho estava terminado.

Abaixo algumas de suas fotos, entre anônimos e celebridades!

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A little boy creates his own fantasy game amid his junky surroundings, in this photograph by Mary Ellen Mark, "Paddy Joyce. Travellers Encampment at Funglas, Ireland, 1991." The photograph is among 150 on show in a current exhibition, "The Magic of Play." (AP Photo/Kreisberg Group Ltd. /Mary Ellen Mark)

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E nesta última… a dama em pessoa:

Mrs Fodona Ellen!

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Apostolescu Matei – Loucura em Detalhes

Abrindo os serviços para a Romênia! Hoje, vamos conhecer o mestre Apostolescu Matei, um artistas de… nããão, não vou falar “de matar”, muito óbvia a piadinha!

O cara faz parte do hall de punheteiros que gosta de colocar um monte de detalhes em suas ilustrações, como vocês poderão ver logo abaixo! Ele usa uma série de cores bem saturadas, mas muito bem harmonizada, para fazer estas pranchas incríveis e oníricas – e, algumas vezes, assustadoras!

Saca só!

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Hy Hintermeister – Dupla Dinâmina

Embora muitos considerem a arte pictória uma atividade solitária, existem muitos que possuem a ajuda de um companheiro, realizando seus trabalhos à quatro mãos. É o caso de John Henry Hintermeister e seu filho Henry Hintermeister … woa! A criatividade para nomes dos filhos chegou aí e parou!

Seja como for, esta dupla de pintores, sempre assinando seus quadros como Hy Hintermeister, tornou-se notória nos Anos de Ouro dos Estados Unidos (década de 50, principalmente) ilustrando o dia a dia dos americanos de vida boa. Muitas cenas bucólicas, muita vida na cidade, pessoas felizes e contentes. Quando você bate o olho nos quadros dos caras, você logo pensa em Norman Rockwell. Bem, certamente o mestre foi inspiração para estes dois artistas, já que eles eram contemporâneos.

Uma coisa que eu achei interessante é que os caras ilustravam muitas cenas de crianças brincando com seus vovozinhos e vovozinhas. Muito bonitinho! Confira abaixo!

Peter Crawley – Pinta e Borda

Puuuutz, como eu classifico este cara? Ilustrador? Pintor? Escultor? Artesão? Mago dos crochê?

Se você tem um celular da Motorola, provavelmente já deve ter visto a animação do logo da empresa assim que você liga o aparelho: viu uns fiozinhos dançando no ar? Umas coisinhas coloridas furando um tecido? Pois é! Esta é a arte de Peter Crawley, inglês que curte uns bordados e faz verdadeiras artes com eles… não! Não do jeito que você tá pensando!

Para entender melhor, dê uma olhada abaixo nas artes do cara. É muito foda! E é um grande incentivo a se trabalhar com materiais diferentes!

Noboru Kawasaki – Retro manga

É inegável que a arte dos quadrinhos, em geral, deu uma evoluída estética fenomenal da explosão da década de 40 do século passado para agora. Naqueles tempos, de uma maneira geral, a arte dos quadrinhos era cartunizada, mal cuidada e amadora.

Não que não houvessem desenhadores muito competentes nas antigas, como Hal Foster, Edgar P JacobsWill Eisner, mas eles eram as exceções. No Japão, o traço era mais ou menos fraquinho, a arte dos mangas só começou a ficar mais “anatomicamente correta” nos anos 50 e 60. E um destes caras que começaram a fazer esta transição de cartoon para realista foi Noboru Kawasaki.

O cara ficou famoso, principalmente, pela obra Star of the Giants (Kyojin no Hoshi), escrita por Ikki Kajiwara e desenhada pro ele. Uma história de abusos infantis, violência, depressão e baseball. Mas confesso que a obra que curto mais dele, sobretudo pela arte, é Kouya no Shounen Isamu, um manga de faroeste e que está representado abaixo pela maioria das pranchas.

Acho o estilo de manga retrô dele bem legal! Curtam vocês também!

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Monique Novaes – There’s a light that never goes out

Querida amiga Monique…

A arte é como uma luz que ilumina a raça humana – a única coisa que, efetivamente, nos diferencia dos outros animais (até agora…). Mas sei o quanto, às vezes, manter esta luz acesa é desafiador.

Todos nós temos nossos contratempos – dos quais eu sempre vou acreditar que são apenas testes para nos tornarem mais fortes e mais atentos ao que nós mesmos estamos trazendo para nossas vidas. Alguns golpes que a vida lhe deu foram mais duros que outros, principalmente na área da sua profissão de sonho: a ilustração e os quadrinhos. Você teve muitas dificuldades e frustrações como desenhista, algumas das quais eu testemunhei anos atrás. E embora os compromissos da vida tenham nos distanciado, ainda sinto-me muito conectada à sua bela arte.

Ninguém deixa de ser artista só porque não trabalha mais nesta área. Portanto, embora o túnel possa ser longo e escuro, mantenha sempre esta luzinha acesa do seu desenho consigo! Ela sempre vai iluminar alguém!

Eis aqui a publicação de algumas ilustras lindas que você fez.

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