Jussara Nunes – ( ͡° ͜ʖ ͡°)

Hoje é o Dia do Caô!

O dia da pegadinha!

Por isto, ao invés de eu trazer para vocês uma(o) mestre foda e renomada(o) das ilustras, vocês vão conhecer o trabalho… meu!

Reuni aqui o melhor de mim! Minhas melhores ilustras! Espero que gostem! E não se esqueçam de conferir meu portifas AQUI e o meu Tumblr AQUI!

Este aqui é uma página de uma história que eu fiz ano passado para o Silent Manga Awards 7!

Você pode conferir a história, sem balões, AQUI!

AH, SIM!!! E com esta última ilustra, não deixem de conferir a minha hq no TAPAS: Hagakiri! – não esqueça de dar uma olhadinha no meu trabalho AQUI!!!

James Bennett – Distorção Divertida

Caricaturas não é muito a minha praia, mas um trabalho de ilustração bem feito SEMPRE é!

Mestre Bennett tem um nome comum e faz um dos trampos mais comuns para ilustradores: caricaturas. No entanto ele faz muito bem! Seu estilo de manipular feições de forma caricata não é original, mas seu belo acabamento, composição e energia que ele coloca nas imagens é!

Ele entra para o hall de bons caricaturistas, um ambiente escasso! Além disso, ele também faz vários trabalhos publicitários com o mesmo estilo cartoon cuidadoso. Abaixo, você confere um pouco do trampo do homem!

Melissa McCracken – Sinestesia

Para quem não sabe, “sinestesia” é a relação que certos sentidos tem uns com os outros e que nos causam sensações difíceis de explicar, mas que são bem conhecidas. Como, por exemplo, você sentir o gosto de alguma coisa só de sentir o cheiro. Ou você sentir a sensação de tocar em certa coisa só de olhar. Expressões aparentemente sem sentido, como “uma cor estridente” (relacionando visão com audição) são traduções de sensações sinestésicas.

Esta mina, Melissa (nome da minha prima!), curte fazer umas ilustrações baseadas nas sensações que ela tem ao ouvir música! No caso, ela possui uma condição que, embora não seja uma doença, faz com que ela associe cores ao som o tempo todo (por exemplo: segundo ela, a letra “C” é da cor amarelo canário). Ela ouve a música e traduz, em imagem, o que ela representa.

Veja abaixo algumas de suas telas e as canções que a inspiraram a pintar:

Time – Pink Floyd

Cello Suite No. 1. – Bach

Karma Police – Radiohead

Little Wing – Jimi Hendrix

Julia – The Beatles

Life on Mars – David Bowie

Lucky – Radiohead

Gravity – John Mayer

Imagine – John Lennon

Joy in Repetition – Prince

Tonight, Tonight – Smashing Pumpkins

Flip – Glass Animals

Juanjo Guarnido – A Volta do Gato Preto

Já faz muito tempo que eu tô devendo um repeteco de mestre Guarnido. E esta época é boa, pois a sua famosa série Blacksad está sendo REPUBLICADA aqui no Brasil!

Sim, a editora Sesi-sp resolveu pegar a franquia e republicar os dois primeiros albuns e, se tudo der certo, publicar os inéditos! Maravilha! O primeiro, BLACKSAD: 1 – ALGUM LUGAR EM MEIO ÀS SOMBRAS, já está disponível! Vão atrás!

E enquanto vocês vão separando a graninha para comprar os álbuns, confira uma amostra nova das artes do cara abaixo!

Wallace Berman – Beat Designer

Apesar de terem sido eventos tristíssimos, poucas coisas contribuíram tanto para a evolução artística, médica e tecnológica no mundo do que as duas grandes guerras mundiais.

Enquanto nos anos 20 e 30 tivemos a revolução da “Flaming Generation”, nos anos 40 e 50 conhecemos a “Beat Generation” – jovens, alguns deles veteranos de guerra, que perceberam que o mundo antigo precisava mudar com urgência. Eles cantaram a poesia e a liberdade de expressão acima do som das metralhadoras, permeando os primeiros anos da Guerra Fria com uma estética intimidadoramente nova e provocante.

Nos Estados Unidos, houve muitos baluartes desta época. Um deles foi Wallace Berman, que revolucionou a arte visual do país, abrindo caminho para a Pop Art e para outros revolucionários nas décadas seguintes.

Seus trabalhos misturavam foto, tipografia, poesia escrita e outras mídias para compor peças que influenciaram todos os “descolados” nas artes até os dias de hoje. Até mesmo os Beatles lhe prestaram uma homenagem no album Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, onde uma foto dele aparece acima de george Harrison, próximo ao Tom Curtis.

Confira abaixo algumas obras do maluco e perceba o quanto ele ainda influencia a arte visual até hoje.

George Lois – A Sentença da Capa

Se você nunca ouviu falar de George Lois na sua vida e, como carreira, pretende ser um médico, pedreiro, eletricista, engenheiro… tudo bem. Mas se você pretende ser um fotógrafo, designer, ilustrador ou qualquer coisa do gênero você PRECISA saber quem ele é!

Mestre Lois é o cara que manja MUITO de capas de revista! Ele criou todo um estilo surpreendente e inovador quando foi diretor de arte da revista Esquire e mandou ver com imagens cheias de originalidade! Não tem um filho da puta que trabalhe em revista e que faça BEM o seu trabalho de bolar capas que não conheça este cara.

Confira abaixo algumas das obras primas que ele concebeu – claro que todas elas são ainda mais incríveis se você entender o contexto, mas vou deixar que vocês pesquisem por si mesmos.

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