Drew Struzan – Cinema-arte

Certa vez ouvi dizer que este cara era metido pra porra… bem, ele tem seus motivos!

Drew Struzan é o ilustrador dos posteres dos filmes mais blockbusters da história! Ele deu vida e cores à Indiana Jones, Star Wars, Harry Potter, De Volta para o Futuro, Goonies, Loucademia de Polícia, Muppets… AAAAAHHHHHHH!!! Filho da puta! Não tem ninguém nesta porra de planeta com um portfólio mais icônico de cultura pop do que ele! O maledeto não precisa colecionar os posteres dos filmes favoritos, ele FEZ a merda dos posteres!

Por isso o último post do ano vai para esse miserável! Vejam abaixo algumas das pranchas do tiozinho, e visitem o site dele ==> http://www.drewstruzan.com/

Martin French – Traço Veloz

Não, ele não é francês.

Ele é yankke. E um yankee ilustrador e designer, tendo feito jobs para vários bam-bam-bam, como Apple, ESPN, Discovery Channel e outros clientes foderosos. Sua arte é cheia de energia e movimento, com cores fortes e expressivas. Um de seus temas favoritos é a música.

Bom, hoje eu to com pressa e só vou falar isso. Vejam o site dele aqui http://martinfrench.com/ e uma amostra das artes do mano abaixo.

Haddon Sundblom – Sempreeeeee… Coca-Cola!

Vale avisar: não tô ganhando uma porra de um centavo por este merchan… pena!

Apresento-lhes o responsável pelo Papai Noel hoje vestir vermelho (feito um comunista dando presentes de graça para as crianças do mundo todo): Haddon Sundblom.

Este mano criou o Santa Claus icônico que conhecemos hoje. Tudo para vender cocaína líquida, essa porra que se você deixar de beber por muito tempo, logo dá ataque de abstinência e você sai à meia-noite, numa padaria vinte e quatro horas, para comprar uma latinha. Sim… já aconteceu comigo.

Claro, este não foi o único trampo dele. Sundblom também foi o responsável por desenhar o veinho da aveia quaker (aquele com o sorriso de sacana). Fico a me perguntar se não foi ele quem desenhou aqueles dois padres gulosos do chocolate…

Bom, enfim! Vejam abaixo algumas imagens do Papai Noel dele. E tenham uma ceia regada à coca-cola (e foda-se a dieta com a coca-cola zero! Ou você vai comer só alface no natal?)

Travis Charest – Sem Pressa

Este artista é foda pra caralho! Um dos bam-bam-bams dos comics americanos que recebeu a chance de fazer um upgrade para o melhor mercado de quadrinhos do mundo: o francês. Onde os filhos-da-puta sortudos podem produzir material autoral para um público culto e consumista e ainda ser pago adiantado pelo trampo. O paraíso de qualquer desenhador de hqs.

Pena que o cara jogou a chance no lixo quando o editor descobriu que ele só tinha concluído 15 páginas da hq Metabarões em absurdos 5 anos! Pegou fama de preguiçoso, coitado!

Ok, “o que é feito com tempo o tempo respeita”. O trampo dele é foda mesmo assim! Veja abaixo algumas pranchas!

Tim Bradstreet – Sombras Terríveis

Conheci o trampo deste cara primeiramente em livros de RPG, mais precisamente no livro Vampiro, a Máscara.

Seu trabalho de luz e sombra me impressionou instantaneamente e até hoje me impressiona! Seu traço marcado tem um realismo incrível. Lembro que na década seguinte, quando comecei a sair de balada, o que eu mais via em flyers de festa gótica eram os desenhos do cara. Porém o nosso bom Timothy não fez apenas trabalhos para livros de RPG, também trabalhou com quadrinhos e fez muitas capas (para variar, os artistas fodas dos Isteites sempre se tornam capistas) para várias séries, incluindo a onipresente Hellblazer e outras de cunho de terror e ação sombria.

Confira abaixo uma amostra do seu trabalhos.

Ivan Bilibine – Final Infeliz

Esta é para quem curte ilustrações old-school de livros do inicio do século passado.

Ivan Bilibine foi um influente ilustrador russo de livros de contos de fantasia e designer teatral que contribuiu para cenários e montagens de famosas companhias russas de balé. Sua arte tem um toque suave e de cores muito bem marcadas – influenciada pela arte japonesa antiga que muitos europeus da belle époche pagavam um pau. Quando rolou a quizumba da revolução russa ele teve que sair fugido do país, pois os sovietes acreditavam que a arte tinha sempre que ter uma aplicação prática para a classe trabalhadora… blá,blá,blá! Baixo-astral total! No entanto, quando a poeira baixou um pouco, ele voltou para seu país.

Péssima ideia! Pois logo depois rolou a Segunda Guerra e Ivan morreu durante o Cerco de Leningrado. Puta que o pariu!

Mucha – Arte Comercial

Não tem designer ou ilustrador no mundo que já não tenha pagado um pau para Alphonse Maria Mucha.

Junto com Toulouse Lautrec e outros artistas da Belle Époque, ele definiu o que hoje se convém chamar de design e publicidade. Desenhou muitos anúncios, cartazes e fez também várias pinturas. Seu estilo era bem plástico, com traços demarcados e um tanto abstratos (a famosa cena da fumacinha definida apenas como uma cor chapada foi plagiada um zilhão de vezes por milhares de desenhadores).

Apreciem seu estilo que nunca fica datado.