David Ligare – Greco-Américo

A palavra “contemporâneo” é muito confusa, pois uma coisa que era “contemporânea” na década de 60 do século XX não é mais na década de 10 do século XXI. Seja como for, mestre Ligare é considerado “contemporâneo”, apesar de muitas de suas telas terem a cara dos movimentos artísticos dos anos 70 ou coisa assim.

Ah, quem se importa? O cara manja muito! O estilo dele esbarra no clássico grego e tem um quê de hiperrealismo defasado, mas que ainda é muito bacana de se observar!

Só dar uma conferida nas telas do moço logo abaixo!

Daniel Hernandez Morillo – Delicadeza

Hora de conhecermos mais um artista de estilo clássico!

Mestre Morillo, artista peruano, nos presenteia com belas telas exibindo a beleza da Belle Époque! Como muitos artistas da sua época, ele viajou para Paris, na França, e mimetizou o estilo vigente da época – sem falar nos maneirismos e costumes da sociedade européia daqueles tempos.

Suas telas são super delicadas e exibem belas cenas cotidianas. Apreciem!

Craig Kosak – Pássaros e Pantone

Existem muitos artistas que curtem desenhar um único tema e mesclá-los com um estilo pessoal todo bacanudo. O senhor Kosak, no caso, curte desenhar uns corvo e cachorro e pintar telas que parecem ilustrações modernosas.

Pequenos detalhes, como a “paleta” de cores que aparece numa tarja nas extremidades da tela, dão um toque todo especial e modernoso, embora ele utilize técnicas bem tradicionais.

Observem algumas das belas telas do homem abaixo!

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Caspar David Friedrich – Eu e eu mesmo

Antes de começar a falar do artista de hoje, observem esta pintura:

 

Esta pintura se chama “Caminhante sobre o mar de névoa”. Quadro pintado no ano de 1818 pelo senhor Caspar David Friedrich, gravurista alemão.

Observe esta imagem… qual é a coisa mais anacrônica de todas nela? O que, provavelmente, deveria estar acontecendo se esta cena se repetisse nos dias atuais?

Simples! O cara, ao invés de estar perdido em pensamentos, observando esta incrível demonstração da natureza, ele estaria tirando uma selfie ou coisa parecida!

Esta imagem se tornou uma espécie de representante do “indivíduo romântico”, aquele que sai pelo mundo em busca de si mesmo. Muito poético e filosófico! E é a obra mais famosa de Herr Friedrich.

Mas ele não fez só isto! Como poderão conferir abaixo, ele fez mais uma porrada de pinturas boas! Muitas delas também representando pessoas solitárias em cenários grandiosos!

Carolyn Blish – Tranquilona

Eu gosto de artes mais originais, mais “doidas”, mais modernas… mas, às vezes, uma boa e velha pintura de “casa de vó” relaxa a gente!

Mestra Carolyn Blish é especialista em pinturas deste estilo: calma, tranquilas e bucólicas. E, mesmo assim, estas artes tão tradicionais ainda possuem um toque estético original, como vocês poderão conferir nas telas abaixo.

Outro tema que ela curte muito pintar são crianças felizes e se divertindo! Mais vozôna que isto, impossível!

 

Carl Brenders – Feras Fofas

Hora de conhecermos mais um artista foderoso!

Mestre Brenders é um naturalista belga, além de pintor de mão cheia. Ele adora natureza e adora pintá-la! Como vocês poderão ver nas telas abaixo, o cara manja muito! E seu estilo é bem realista – principalmente quando desenha bichinhos fofinhos! E a vegetação que ele pinta também é matadora de tão perfeita!

Você pode conferir uma amostra do trampo do cara abaixo!