Pedro Matos – De raiz e de pote

Vamos conhecer mais um artista de rua aqui no blog! E hoje eu lhes apresento o tuga Pedro Matos!

O cara curte fazer uns pixo, porém ele é mais “politicamente correto”: faz os pixo numa tela e depois coloca penduradas nas paredes. Muito engenhoso. Sobretudo quando ele precisa transportar algumas dela spara as galerias de arte, onde o cara é muito apreciado.

Provavelmente ele deve ter sido chamado de “pixador Nutella” pelos seus camaradas por isto. Mas algumas de suas obras são feitas diretamente na parece, como o “pixador raiz” de respeito deve fazer. Confira, abaixo, uma mescla destas artes logo abaixo.

 

Melissa McCracken – Sinestesia

Para quem não sabe, “sinestesia” é a relação que certos sentidos tem uns com os outros e que nos causam sensações difíceis de explicar, mas que são bem conhecidas. Como, por exemplo, você sentir o gosto de alguma coisa só de sentir o cheiro. Ou você sentir a sensação de tocar em certa coisa só de olhar. Expressões aparentemente sem sentido, como “uma cor estridente” (relacionando visão com audição) são traduções de sensações sinestésicas.

Esta mina, Melissa (nome da minha prima!), curte fazer umas ilustrações baseadas nas sensações que ela tem ao ouvir música! No caso, ela possui uma condição que, embora não seja uma doença, faz com que ela associe cores ao som o tempo todo (por exemplo: segundo ela, a letra “C” é da cor amarelo canário). Ela ouve a música e traduz, em imagem, o que ela representa.

Veja abaixo algumas de suas telas e as canções que a inspiraram a pintar:

Time – Pink Floyd

Cello Suite No. 1. – Bach

Karma Police – Radiohead

Little Wing – Jimi Hendrix

Julia – The Beatles

Life on Mars – David Bowie

Lucky – Radiohead

Gravity – John Mayer

Imagine – John Lennon

Joy in Repetition – Prince

Tonight, Tonight – Smashing Pumpkins

Flip – Glass Animals

Albert Joseph Moore – Era Antiga

Hora de conhecermos mais um classicão. Mestre Moore foi um pintor inglês notório por desenhar belas e lânguidas mulheres encenando a beleza e a decadência do mundo antigo.

Seus temas sempre giravam em torno da Grécia antiga, Roma, períodos folclóricos  e coisas do tipo, sempre com suas personagens relaxando ou apenas curtindo a vida com tranquilidade. A leveza do seu estilo cativava, assim como o alto detalhamento de suas pinturas, sobretudo no trato com os tecidos e com o cenário.

Você pode conferir a obra do cara logo abaixo!

Hy Hintermeister – Dias Felizes

Sempre há espaço neste blog para aqueles grandes artistas que retratam a vida idealizada e feliz que nós tanto queremos! Não se trata de “negar a realidade”, mas de enxergar e ser grato pelas pequenas coisas boas da vida, que podem ser muito grandes dependendo do modo como você olha! Decerto, aqueles que vêem a vida só como um mar cinza são os que realmente estão negando a realidade!

Vamos ver mais alguns belos quadros da dupla John Henry e Henry Hintermeister!

Bob Ross – Artista Pop

Hoje, seria o aniversário de 75 anos do pintor Bob Ross, um dos pintores mais populares e cultuados dos Estados Unidos! E por que, ele era um gênio? Bem, de certa forma, sim!

Robert Norman “Bob” Ross foi o apresentador da série de televisão The Joy of Painting. O programa foi exibido de 1983 até 1994. Na telinha, o pintor mostrava o passo-a-passo da confecção de uma pintura a óleo. A sua imensa maioria de paisagens. Graças à sua fama, a pintura a óleo se tornou um hobbie comum entre “pessoas normais”, que eram capazes de pintar belíssimos quadros com suas dicas.

Nos últimos anos, Ross foi redescoberto por uma nova geração e seus videos apareceram às toneladas no youtube, como este abaixo. E, realmente, o modo como ele pinta e explica os macetes é muito relaxante!

Você também pode conferir outras de suas incríveis telas logo abaixo! Embora, eu devo admitir, é muito mais divertido ver ele pintando. O youtube está cheio de videos dele, todos em inglês – mas mesmo que você não manje do idioma, os videos são bem autoexplicativos. Aprecie, também, a Alegria de Pintar!

Philip Barlow – 4 e meio Graus de Arte

Dizem que quando você é um artista pictórico, o mais importante é saber observar.

E quando você não consegue observar porra nenhuma?!?

Inaugurando a categoria da África do Sul aqui no blog, conheçam Mestre Barlow. Ele pinta seus quadros na visão de uma pessoa cegueta. Suas imagens são, ao mesmo tempo, hiperrealistas e borradas. Olhar para eles causa um pouco de desconforto e os seus olhos ficam, inutilmente, tentando focar a imagem direito. É muito aflitivo! Mas que é bem bolado, é!

Confere as artes do cara logo abaixo!

William Hogarth – O Hipster dos Quadrinhos

Existem muitos artistas que, embora suas técnicas não fossem exatamente incríveis, eles se destacaram por estarem na vanguarda de movimentos artísticos e ideias revolucionárias. Mestre Hogarth aqui ficou conhecido por ser considerado, ainda no século XVII, o percursor dos quadrinhos!

Muitas das sua gravuras – e alguns de seus quadros – mostravam “antes e depois” de diversas situações cotidianas. Embora elas fossem carregadas da moralidade da época, eram realmente bem interessantes do ponto de vista artístico. Muitas delas tinham texto explicativo e em alguns até proto-balões de fala, na forma de pergaminhos saindo da boca dos personagens… era realmente um proto-quadrinhos!

Sem falar que seus quadros também eram revolucionários pelas suas honestas retratações do cotidiano. Ele também foi um dos primeiros a pintar retratos da “classe operária”, a qual este tipo de privilégio era negado pela falta de recursos.

Você pode conferir abaixo alguns de seus quadros e gravuras!