Robert Fawcett – Olho Vivo

A arte pictórica geralmente exige que você tenha um bom olho e muito treino de observação.

Curiosamente, um dos ilustradores ingleses mais prolixos da metade do século passado possuía um problema que, certamente, desmotivaria a maioria dos pretensos pintores: ele era daltônico.

Porém, fazendo bom uso da sua própria deficiência, ele conseguia criar paletas bem tonalizadas, muitas vezes utilizando não mais que duas ou três cores misturadas. Sem falar que seu traço tinha muita energia para cenas de ação e movimento, como você poderá conferir logo abaixo!

Boichi – Quebrando Barreiras

Uma grande quantidade de mangakas japoneses já se tornou famosa nestas últimas décadas, mas outros artistas de mangas de outros países ainda estão tentando se destacar no mundo dos quadrinhos nipônicos. Um que já conseguiu garantir o seu lugar é Boichi.

Este sul coreano conseguiu ultrapassar uma das maiores barreiras do mundo editorial japonês: o preconceito. Quadrinhos não-japoneses sofrem um boicote grande. Mesmo que Batman, Superman, X-men, Asterix e Smurfs sejam conhecidos na japa pelos desenhos animados e outros produtos, os quadrinhos em si vendem quase nada. Uma pena! A única forma de um estrangeiro conseguir um pouco mais de notoriedade é conseguindo publicar diretamente no Japão… e foi o que Boichi conseguiu!

E dá para ver que ele fez por merecer! Confira abaixo as artes incríveis do cara!

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Juarez Ricci – Estilão Bonitão

Apesar do nome meio espanholado, Juarez é brazuca! E um excelente ilustrador!

O traço dele é meio cartoon, meio realista. Quase no estilo das caricaturas (que ele também faz!). Seu desenho é bem soltão e as cores que ele manda são muito fodas! Apesar de serem feitas no esquema Ctrl +Z, elas imitam o estilo orgânico do pincel tradicional!

Vocês podem conferir algumas pranchas do cara logo abaixo:

Juanjo Guarnido – A Volta do Gato Preto

Já faz muito tempo que eu tô devendo um repeteco de mestre Guarnido. E esta época é boa, pois a sua famosa série Blacksad está sendo REPUBLICADA aqui no Brasil!

Sim, a editora Sesi-sp resolveu pegar a franquia e republicar os dois primeiros albuns e, se tudo der certo, publicar os inéditos! Maravilha! O primeiro, BLACKSAD: 1 – ALGUM LUGAR EM MEIO ÀS SOMBRAS, já está disponível! Vão atrás!

E enquanto vocês vão separando a graninha para comprar os álbuns, confira uma amostra nova das artes do cara abaixo!

Capas! – Shonen Jump

Povinho, eu estava pensando… depois de incluir galeria de fotos aqui no blog, o que cês acham de uma galeria de capas?

Por que, às vezes, eu vejo umas ilustras fodas de uns caras fodas, MAS não necessariamente a galeria toda do cara é digna de nota. Ou pior ainda: vejo umas ilustras da hora em umas revistas antigas e não acho o autor…

Sem falar, é claro, que algumas revistas antigas tem umas diagramações mutcho locas! E por isto eu irei exibir para você algumas das capas mais antigas da mítica revista Shonen Jump! É interessante notar como a diagramação desta revista (alias da maioria das revistas japas) era sempre super poluída! Talvez porque, devido à complexidade dos seus caracteres para leitura e escrita, os olhos dos japoneses já estariam mais “acostumados” à poluição visual.

Edições que aparecem nesta leva são dos anos de 1968, 1969 e 1970  e alguns dos artistas das capas são Noboru KawasakiHiroshi Motomiya, Go Nagai, Tetsuya Chiba e outros. Podem falar o nome de mais autores se souberem.

(como eu queria saber o nome do artista que fez estas ilustras mais realistas em algumas delas! Se alguém souber, canta a bola aqui!)

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