Henrietta Rae – Pincel Feminino

Hoje vamos conhecer uma das muitas vanguardistas do movimento girl power!

Senhora Rae foi uma pintora proeminente da era vitoriana, na época em que esta profissão ainda era estritamente masculina. Sua obra era especializada em alegorias clássicas e elementos subjetivos – além de alguns ocasionais retratos oficiais. É possível perceber que seu estilo era delicado e bem em volga no final do século XIX.

Confira abaixo as belas telas da moça!

Mike Mayhew – Sempre mais Comics

Muitos quadrinistas tentam chegar próximo do realismo para fazer com que as histórias fantasiosas dos comics pareçam mais reais. Alguns exageram, outros fazem obras realmente bem dosadas. Mestre Mayhew pertence à coluna do meio.

Suas páginas são belíssimas e suas figuras humanas são realistas e heróicas aos mesmo tempo. E ele trampa com colorização digital e analógica com a mesma maestria. basta conferir suas pranchas logo abaixo!

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Gérard Trignac – Ponto para a Fuga

Antes de trabalhar com ilustração, Gérard Trignac queria ser arquiteto. Aí você olha para as ilustras dele e pensa: “Não brinca!”

Estes francês ama réguas e pontos de fuga e os defende (e usa) até a morte! Muitos de seus cenários mostram grandes estruturas vazias, e algumas um tanto quanto decadentes. Pode-se dizer que algumas delas seriam ambientações perfeitas para filmes de horror.

Você pode conferir um pouco da sua beleza (e esforço!) nas pranchas abaixo:

Albert Joseph Moore – Era Antiga

Hora de conhecermos mais um classicão. Mestre Moore foi um pintor inglês notório por desenhar belas e lânguidas mulheres encenando a beleza e a decadência do mundo antigo.

Seus temas sempre giravam em torno da Grécia antiga, Roma, períodos folclóricos  e coisas do tipo, sempre com suas personagens relaxando ou apenas curtindo a vida com tranquilidade. A leveza do seu estilo cativava, assim como o alto detalhamento de suas pinturas, sobretudo no trato com os tecidos e com o cenário.

Você pode conferir a obra do cara logo abaixo!

Koyoharu Gotouge – Fofinho Surreal

Muita gente diz que traço de manga mainstream é tudo igual… e estão certos! SQN…

Koyoharu Gotouge despontou ano passado com sua obra Kimetsu no Yaiba, mangá atualmente publicado na Shonen Jump e que esteve na corda bamba por um bom tempo – mas seu estilo de arte simples, mas bacaninha, cativou – assim como sua historia muito interessante.

Como vocês podem ver abaixo, o traço do cara mistura um pouco o manga tradicional com um toque muito pessoal, uma leveza incrível, sobretudo quando tem que desenhar monstros – um paradoxo muito legal!

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George Lois – A Sentença da Capa

Se você nunca ouviu falar de George Lois na sua vida e, como carreira, pretende ser um médico, pedreiro, eletricista, engenheiro… tudo bem. Mas se você pretende ser um fotógrafo, designer, ilustrador ou qualquer coisa do gênero você PRECISA saber quem ele é!

Mestre Lois é o cara que manja MUITO de capas de revista! Ele criou todo um estilo surpreendente e inovador quando foi diretor de arte da revista Esquire e mandou ver com imagens cheias de originalidade! Não tem um filho da puta que trabalhe em revista e que faça BEM o seu trabalho de bolar capas que não conheça este cara.

Confira abaixo algumas das obras primas que ele concebeu – claro que todas elas são ainda mais incríveis se você entender o contexto, mas vou deixar que vocês pesquisem por si mesmos.

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Capas! – Shonen Jump

Povinho, eu estava pensando… depois de incluir galeria de fotos aqui no blog, o que cês acham de uma galeria de capas?

Por que, às vezes, eu vejo umas ilustras fodas de uns caras fodas, MAS não necessariamente a galeria toda do cara é digna de nota. Ou pior ainda: vejo umas ilustras da hora em umas revistas antigas e não acho o autor…

Sem falar, é claro, que algumas revistas antigas tem umas diagramações mutcho locas! E por isto eu irei exibir para você algumas das capas mais antigas da mítica revista Shonen Jump! É interessante notar como a diagramação desta revista (alias da maioria das revistas japas) era sempre super poluída! Talvez porque, devido à complexidade dos seus caracteres para leitura e escrita, os olhos dos japoneses já estariam mais “acostumados” à poluição visual.

Edições que aparecem nesta leva são dos anos de 1968, 1969 e 1970  e alguns dos artistas das capas são Noboru KawasakiHiroshi Motomiya, Go Nagai, Tetsuya Chiba e outros. Podem falar o nome de mais autores se souberem.

(como eu queria saber o nome do artista que fez estas ilustras mais realistas em algumas delas! Se alguém souber, canta a bola aqui!)

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