Capas! – Shonen Jump

Povinho, eu estava pensando… depois de incluir galeria de fotos aqui no blog, o que cês acham de uma galeria de capas?

Por que, às vezes, eu vejo umas ilustras fodas de uns caras fodas, MAS não necessariamente a galeria toda do cara é digna de nota. Ou pior ainda: vejo umas ilustras da hora em umas revistas antigas e não acho o autor…

Sem falar, é claro, que algumas revistas antigas tem umas diagramações mutcho locas! E por isto eu irei exibir para você algumas das capas mais antigas da mítica revista Shonen Jump! É interessante notar como a diagramação desta revista (alias da maioria das revistas japas) era sempre super poluída! Talvez porque, devido à complexidade dos seus caracteres para leitura e escrita, os olhos dos japoneses já estariam mais “acostumados” à poluição visual.

Edições que aparecem nesta leva são dos anos de 1968, 1969 e 1970  e alguns dos artistas das capas são Noboru KawasakiHiroshi Motomiya, Go Nagai, Tetsuya Chiba e outros. Podem falar o nome de mais autores se souberem.

(como eu queria saber o nome do artista que fez estas ilustras mais realistas em algumas delas! Se alguém souber, canta a bola aqui!)

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Mary Ellen Mark – “Nada é mais extraordinário que a Realidade”

Hoje vamos conhecer uma fotógrafa fodona! Madame Ellen ficou conhecida por suas fotos “fora do mainstream da sociedade”. Enquanto seus colegas estavam preocupados em glamour e notícias empacotadas de jornal, ela fotografava o trivial, o comum e que, mesmo assim, ainda deslumbrava e chocava!

Ela curtia o estilo “fotografia documental social”, sempre abordando temas pesados para a época, como prostituição, doenças e bailes de debutante (super pesado!). Mulher forte e opinativa nas suas visões, ela continuou demonstrando compaixão para com seus temas (leia-se “modelos”), frequentemente mantendo relacionamentos com eles muito depois que seu trabalho estava terminado.

Abaixo algumas de suas fotos, entre anônimos e celebridades!

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A little boy creates his own fantasy game amid his junky surroundings, in this photograph by Mary Ellen Mark,

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E nesta última… a dama em pessoa:

Mrs Fodona Ellen!

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Takayuki Yamaguchi – Espada e Vara

Poxa, faz muuuuuito tempo que eu não posto artes de um dos meus autores de manga favoritos!

Mestre Yamaguchi está de volta ao blog com mais uma série de ilustras fodelônicas (e bem bizarras, do jeito que o povo gosta!). Putz, como é que, até hoje, a gente ainda NÃO tem nenhum material dele publicado aqui? Fala sério!

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Theo Caneschi – Pranchas Incríveis

Esta semana tem post extra porque eu sou legal pra caralho!

Hoje vamos conhecer Theo Caneschi, também conhecido simplesmente como “Theo”. Trata-se de um desenhador de quadrinhos franceses (as minha mui amadas bande dessinée) italiano.

As obras mais famosas que ele ilustrou são Le Trône d’Argile e Le Pape Terrible, este último uma piração de putaria no vaticano sob a batuta do velho louco Jodorowsky. Particularmente, meu trampo favorito dele, pois o chileno colocou o cara para desenhar sexo gay de um papa de mais de sessenta anos! Espero que ele tenha sido bem pago, hehe!

Confira, abaixo, suas melhores pranchas!

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Ito Hikozo – Obscuro Ocidente

Antes do manga e dos animes estourarem como cultura pop e o caralho a quatro o Japão já possuia seus próprios estilos de arte.

O Ukiyo-e foi um dos primeiros estilos clássicos, mas houve alguns ilustradores japas da Era Meiji (época em que o Japão abriu as pernas gostoso para o mundo ocidental) começaram a mesclar os estilos. Após um tempo, já no século XX, eles já começaram a desenvolver um esquema próprio. Um deles foi Ito Hikozo, que unia o estilo dos ilustradores ocidentais realistas com certas nuances da gravura japonesa.

Infelizmente não é tão fácil achar pranchas dele por aí, mas o que eu encontrei posto aqui.

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Tsukioka Yoshitoshi – Mestre Sangrento

Há alguns posts atrás falei do mestre Yoshitoshi e hoje irei comentar mais sobre ele.

Para começar, ele é um dos antigos mestres do Ukiyo-e, um gênero de xilogravuras japonesas da era Edo (1603-1867) ao fim da era Meiji (1868 – 1912). O período Edo foi quando o Japão esteve fechado para o mundo, uma ilha isolada e, com isso, a falta de diversidade artística proporcionou o surgimento e crescimento do Ukiyo-e com enorme apelo comercial e cultural.

Ukiyo-e traduzido é “pintura do mundo flutuante”, o que faz um completo sentido do porque ser um gênero da xilogravura e não uma simples xilogravura. Tinha como temática fundamental a vida na cidade, o cotidiano urbano, como cortesãs de alto nível, lutadores de sumô, paisagens, teatro,distritos comerciais, etc.

Porém, a censura pegava pesado na era Edo, coibindo temáticas politicas, a retratação de gente importante da alta corte e conotações sexuais explicitas. O que não evitava que houvesse transgressão, seguido de punição, é claro.
A coibição levou à criação no underground de diversos subgêneros do Ukiyo-e e um dos seus nomes mais famosos foi do mestre Tsukioka Yoshitoshi.

Conhecido como o último grande mestre do Ukiyo-e, Yoshitoshi lançou em 1896, que surgiu o infame “28 famosos casos de assassinatos com versos” em parceria com Utagawa Yoshiiku (mas não vou fazer a mesma merda que fiz no antigo post do Maruo, vou só colocar imagens do Yoshitoshi aqui!).

Esta obra é tida como o primeiro exemplo de ero-guro que se tem conhecimento. Ganhou até um nome próprio ‘Muzan-E’.

Curta agora algumas destas obras sangrentas, e outras mais tranquilas (incluindo a foto de uma das placas de xilogravura que o mestre fez), logo abaixo!

 

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