Minni Havas – Mestra do Lapis de Cor

Novas ilustradoras despontam a cada dia por todo o globo. Minni Havas é uma delas.

Finlandesa, ela faz ilustrações realistas para diversas revistas e livros, trabalhando com moda e publicidade. Suas obras exibem grande frescor  e são lindas de se ver! Sua técnica de lápis de cor é soberba e ela sabe muito bem usar o papel branco a seu favor.

Abaixo algumas peças que ela fez para algumas publicações, incluindo capas de revistas famosas. Apreciem!

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Ani Roschier – Simples e Limpo

Gosto de procurar artistas de países mais obscuros, da onde a gente não escuta muito falar.

Hoje teremos um finlandês. Mestre Ari Roschier.

Seu principal trabalho é como Concept Designer. Seu estilo é bem simples, quase rascunhado, mas ainda assim com uma vitalidade e um acabamento natural muito bem-feito. Já trabalho fazendo jogos eletrônicos indies, filmes escandinavos e obras publicitárias lá na terra do Papai Noel. Suas cores são suaves e ele usa e abusa dos pinceis maluquetes de PS. No entanto sem deixar a arte pesada com excesso de efeitos. Ah, e ele não fica miguelando mixaria não! Se alguém quiser usar os pinceis virtuais dele, ele compartilha no seu site pessoal AQUI!

para os desenhadores digitais, aproveitem os arquivos. E também apreciem sua arte!

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Tom of Finland – Macho Man

Durante a Segunda Guerra mundial os motherfuckers nazistas invadiram vários países. Um deles foi a Finlândia. No meio do caos e dos blackouts que as cidades finlandesas sofriam, um imberbe rapaz se esgueirava pelos becos mais perigosos. Vez ou outra ele encontrava soldados inimigos. Nazistas de uniformes impecáveis e botas reluzentes. O que ele fazia então? Tremia de medo?

Não, tremia de excitação.

Foi durante a Segunda Guerra mundial que Touko Laaksonen percebeu que curtia o babado da pegação cobra-com-cobra. Quando a guerra terminou e as coisas esfriaram ele passou a se dedicar à desenhar arte homoeróticas. Não era fácil, afinal estamos falando dos anos 50. Época em que o homossexualismo era considerado crime na maioria dos países. mas, aparentemente, a Escandinávia sempre foi o local mais progressista do mundo e Tom (pseudônimo que adotou) conseguia trabalhar com ligeira tranquilidade.

Nas décadas seguintes seu trabalho começou a ganhar mais e mais destaque à medida que os gays também começavam a conquistar seu lugar na sociedade. Aí é que a cobra fumou e seu trampo deslanchou! E uma característica única dele, na época, era que sua arte homoerótica não transformava os homens gays em mulheres ou travestis (como era comum nas raras artes do gênero na época), mas sim os mostrava em poses e maneirismos de macho mesmo! Uma bicha do Tom of Finland tem mais testosterona que muito heterossexual mimado!

Agora, com muito orgulho, ofereço à vocês uma pequena amostra das pranchas fodonas do cara. Apreciem (em todos os sentidos!)